O Scanner automotivo

Normalmente a definição da palavra “Scanner” é: “aparelho eletrônico para ler ou gravar alguma imagem…”. Em um dicionário da língua inglesa encontramos: “seletor eletrônico…” ou ainda: “explorador”. Temos alguns tipos de Scanners para funções diferentes, como “escanear” uma foto, uma imagem, algo muito comum nas papelarias de hoje. Mas a função que nos interessa é a da definição “vasculhar”, “averiguar”, pois este post é sobre veículos modernos e como descobrir defeitos eletrônicos comuns no sistema de injeção de combustível.Talvez o Scanner automotivo seja a mais nova ferramenta do mercado, mesmo porque ela precisa estar constantemente atualizada devido aos avanços tecnológicos ou a grande variedade de modelos de injeção, cada um com sua tecnologia pessoal de fábrica.

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Muito apropriadamente, os primeiros sistemas de injeção no Brasil eram chamados de “injeção burra”. Tinham um diagnóstico mais difícil, com códigos de defeitos analisados por números de piscadas de uma lâmpada no painel.

Com o passar do tempo, novas tecnologias foram introduzidas nos sistemas de injeção eletrônica, assim como nos diagnósticos através de Scanners. De piscadas, passamos para códigos numéricos – como os do Ômega – e por fim ao diagnóstico com o nome da peça defeituosa aparecendo na tela.

Os primeiros Scanners pareciam com jogos de games e seus cartuchos. Cada modelo de carro tinha o seu cartucho e algumas vezes dois ou três para a mesma montadora. Eram imprecisos, mas como a injeção tinha poucos atuadores, a experiência do profissional resolvia essa questão. Experiência essa que ainda é muito necessária mesmo nós Scanners e computadores de injeção atuais. Lembre-se: manutenção preventiva é sempre importante.

Scanner antigo e seus “cartuchos”.

Scanner e o profissional

Muitos acham que somente aplicar o Scanner no carro vai apontar o defeito. Não. Ele é apenas mais uma ferramenta de ajuda. Pode ser que outro defeito esteja causando o mau funcionamento da peça que o Scanner acusou. Por isso muitos trocam essa peça e o defeito retorna. E quase sempre são peças caras. É nesse momento que a experiência do profissional vale muito.

Como assim? Se o Scanner condena uma peça que outros fatores podem influenciar, um mecânico experiente vai avaliar esse ponto. Por exemplo: O scanner acusa defeito no corpo de borboleta. Em vez de trocar a peça – que é muito cara – devemos verificar suas conexões, Muitas vezes é plug bambo ou um simples mau contato.

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Em outra situação, onde a luz da injeção acende, temos que verificar se o carro está funcionando normal, sem falhas ou com poucas. Nesse caso pode ser combustível ruim, fora dos padrões de mistura da fábrica do seu carro. Fatalmente a luz vai acender e acusar uma peça como sonda lambda.

Também temos os computadores para injeção de carro. Eles são bem mais detalhados. Conseguem indicar uma tomada solta ou com mau contato através da medição da voltagem em pontos de tomadas e plugs. É muito útil, por exemplo, para Airbag com a luz acesa. Vale conferir esse tipo de equipamento.

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