Muitos já devem ter ouvido falar de direção defensiva, principalmente os candidatos a conseguir uma carta para dirigir (ou carteira de motorista). O contrário disso, seria “direção ofensiva”? Poderia até ser, mas direção defensiva significa dirigir em prontidão para evitar acidentes. Para isso, usam-se algumas técnicas que normalmente aprendemos em uma autoescola. Entre elas, exige-se: uso de cinto de segurança, atenção constante, e até a posição do motorista ao dirigir.

Mas um dos mais importantes componentes da direção defensiva é de pouco conhecimento da maioria dos motoristas brasileiro: estar por dentro das leis de trânsito. Alguns sequer sabem  como é uma simples placa de “proibido estacionar e parar”. Neste caso, uma reciclagem em alguma autoescola, ou mesmo em uma pesquisa pessoal, seria uma excelente ideia e sinal de responsabilidade com sua segurança e a de outros. Mas vejamos outros ações de direção defensiva:

Direção defensiva: atenção constante

Sempre alerta é um bordão muito usado pelos escoteiros, aliás é o lema deles. Pois uma direção defensiva também exige este estado de alerta. Uma pequena distração no volante pode causar sérios acidentes. Fique sempre atento a sinalização do local onde você está dirigindo; perceba os veículos a sua volta; esqueça qualquer uso possível do celular, pois ao dirigir tudo acontece muito rápido.

Preste atenção à conduta das pessoas, como pedestres e sua condições, ou movimentação. Também evite comer, beber, fumar ao dirigir. Qualquer ação que envolva usar as mãos quando estamos dirigindo pode ser perigoso. São das pequenas falhas que surgem os grandes acidentes.

Posição do motorista

Parece brincadeira, mas a posição que adotamos no banco do motorista é de suma importância na arte da direção defensiva. É tudo uma questão ergométrica. Seu corpo deve “usufruir do conforto” que o fabricante  projetou para o seu carro, gerando um uma assimilação, ou encaixe,  correto entre seu corpo e o carro.

Deste modo, o dirigir fica mais confortável e o controle ao volante será maior. Lembre-se que existem ajustes no banco que devem ser usados para que  todos os equipamentos do carro fiquem ao seu alcance e não interfiram na boa dirigibilidade. Segurar o volante com as duas mãos também faz parte da boa posição do motorista.

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Uso do cinto de segurança

Do mesmo modo que damos manutenção nos vários acessórios do nosso carro, o cinto de segurança também deve ser vistoriado com regularidade.  Isto é importante porque o cinto de segurança evita que o motorista e outros ocupantes sejam projetados em partes do veículos que podem ferir seriamente.

Ele evita até que alguém seja arremessado para fora do carro em caso de acidentes mais graves. Ou seja: o cinto de segurança SALVA vidas. O mais interessante é que há bem pouco era considerado fora de moda usar o cinto, e lendas e mitos ridículos começaram a surgir entre os motoristas.

Mas também é óbvio que ele deve ser usado da maneira correta. O próprio manual do veículo passa instruções de como usá-lo. Entre elas estão: eliminar folgas exageradas e como ajustá-lo nos seus pontos e sua posição correta em relação ao corpo. Um cinto torcido, por exemplo, é sinal de mau uso.  É bom ter em mente que o uso do cinto no banco traseiro é de suma importância, e também é obrigatório como o uso do dianteiro. Usar o cinto de segurança é um ponto óbvio quando aplicamos a direção defensiva.

Fique sempre atento a conselhos sobre segurança que encontramos no manual do nosso veículo. Estar pesquisando isso e outros assuntos de segurança é ter responsabilidade e consciência de que o veículo não é o principal personagem do trânsito, e sim nós e outros. O trânsito é sempre de pessoas.

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