Pode-se dizer que um arranque é uma peça “pós a pré-história” dos carros. Pois antes dele eram apenas carros, mas depois do advento do arranque passaram a merecer o nome de automóveis. O sentido da palavra “automóveis” é, obviamente, o de automação, nada interferindo no funcionamento que não seja acionado por movimentos simples. O freio é pisado, o volante girado, a marcha passada, e o carro se movimentando sem tração animal. Esta última observação é o princípio de tudo. Do mesmo modo a partida do motor, seu funcionamento inicial, ou arranque, deveria ser algo simples, bem ao contrário da foto do post. Mas este sistema de manivela ainda persistiu por um bom tempo.

O que é um arranque?

Foto: carros.uol.com.br

O carro da foto acima é uma Kombinationsfahrzeug, ou, a nossa querida Kombi. Ela começou a ser fabricada no mundo a partir de 1950, o que significa que até este ano saíam da fábrica da Volks carros com partida a manivela. Talvez não tenha sido o último, pois outras fábricas claramente produziram modelos com manivelas até na década de 60, como o Gordini, por exemplo.

Quem inventou o arranque?

Eis uma boa pergunta. Talvez ele tenha sido aprimorado aos poucos, partindo de uma grande ideia: um induzido e escovas. Mas existe uma pista interessante. Bendix, Vicent Bendix foi o fundador da Bendix corporation, uma indústria especializada, pasmem, em freios de carros. Como aprimoramento do arranque ele é o responsável pelo chamado “eixo Bendix”, a revolução final de um arranque.

Além da funcionalidade do arranque, temos uma excelente durabilidade. Ele é de  fácil manutenção e custo baixo na reposição de peças ou do conjunto inteiro. Basicamente o arranque é igual em todos os veículos do mundo. Temos  pouquíssimas mudanças envolvendo apenas o direito de patente de algumas peças internas. Com certeza o arranque de partida é uma excelente amostra do quanto o homem quer conforto vindo de seu automóvel. Neste caso, sempre se busca cumprir a lei do menor esforço.

 

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