Mãos ao Auto http://www.maosaoauto.com.br Fri, 16 Feb 2018 13:36:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.5 111956987 O alternador do Fusca http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/o-alternador-do-fusca/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/o-alternador-do-fusca/#respond Fri, 16 Feb 2018 13:36:10 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10580 Por que o Fusca tem um alternador diferenciado de outros carros? Sim, ele não serve em outro carro (que não tenha o mesmo motor) e os outros não servem no Fusca, a não ser que se faça uma baita adaptação. Originalmente o Fusca saiu com gerador em vez de um alternador. Somente os modelos mais […]

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Por que o Fusca tem um alternador diferenciado de outros carros? Sim, ele não serve em outro carro (que não tenha o mesmo motor) e os outros não servem no Fusca, a não ser que se faça uma baita adaptação.

Originalmente o Fusca saiu com gerador em vez de um alternador. Somente os modelos mais “recentes” ou os últimos modelos saíram com alternador. Mas não é o fato de o original ser um gerador que diferencia o alternador do Fusca de outros carros. É o motor, refrigerado a ar, que obrigou os engenheiros a planejar uma peça diferenciada para carregar a bateria do Fusca.

Como toda a engenharia alemã, de tudo se tira proveito. E fazer isso de situações complicadas é uma marca dos engenheiros alemães. Foi o que fizeram nesse carro.

O alternador do Fusca

Acima vemos parte principal do alternador moderno do Fusca

Por que a imagem a cima é uma “parte” de um alternador de Fusca? Porque além da peça acima temos uma ventoinha grande. É ela que resfria o motor do Fusca aproveitando o giro do motor. Por sua vez, o alternador também aproveita esse giro – através da correia – para gerar carga para a bateria (veja imagem abaixo).  O gerador usado originalmente também faz uso dessa ventoinha.

Acima temos o conjunto completo: alternador com sua ventoinha

Como funciona?

O funcionamento do alternador do Fusca é idêntico ao de outros carros. Ele transforma a corrente em contínua através de uma mesa de diodos retificadores. Tem um rotor bem maior por causa da ventoinha que é rosqueada na ponta que vai em direção ao motor. Também usa um estator com capacidade mínima de 35 amperes, um pouco mais que um gerador. A diferença básica entre eles é que o gerador precisa acelerar mais para carregar – por isso a luz de bateria fica acesa ou piscando na lenta. Já no caso do alternador ele começa carregando na lenta, o que é bom para a bateria. Com o tempo, o alternador do Fusca ganhou um regulador de voltagem eletrônico interno e separado das escovas.

Principais defeitos

Um deles é o mesmo do gerador: rolamentos. Por ter um eixo maior, o que significa mais peso e atrito, os rolamentos sofrem e quase sempre são trocados em qualquer outro defeito que acontece ou em uma simples manutenção. As escovas também desgastam, mas tem uma durabilidade maior pelo tamanho delas. Também é bem fácil de trocar. Repare na primeira imagem uma peça preta. Basta soltar seus parafusos e trocar as escovas. O regulador pode queimar pelo tempo de uso ou por causa de bateria ruim. Como ele é interno, temos uma troca que requer a retirada do alternador e sua desmontagem.

Alternador do Fusca e seu regulador interno
Imagem: TheSamba.com

Outros modelos da Volks utilizam esse mesmo alternador. Além do Fusca, temos a Kombi mais antiga, a Brasília e todos que usam o mesmo motor do Fusca. Mas com certeza o mais fácil de retirar por causa da carroceria e o Fusca. Tudo uma questão de originalidade de fábrica. Foram os primeiros.

 

 

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Honda civic http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/honda-civic/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/honda-civic/#respond Mon, 12 Feb 2018 14:01:44 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10568 O Honda Civic pode ser não ser o carro mais vendido no Brasil,  mas com certeza é o mais pesquisado principalmente na internet e pelo Google. O modelo agrada, tem um belo design, tecnologia avançada e a boa performance dos modelos japoneses. Outros modelos não tão pesquisados acabam sendo mais vendidos, como o Prisma, por […]

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O Honda Civic pode ser não ser o carro mais vendido no Brasil,  mas com certeza é o mais pesquisado principalmente na internet e pelo Google. O modelo agrada, tem um belo design, tecnologia avançada e a boa performance dos modelos japoneses.

Outros modelos não tão pesquisados acabam sendo mais vendidos, como o Prisma, por exemplo. Podemos pensar em várias possibilidades por essa discrepância entre a pesquisa e vendas. Mas o que chama mais atenção é o preço, bem mais caro no caso do Honda e  asiáticos. Podemos afirmar o mesmo do Honda City, quanto ao preço e tecnologia.

Mas existem algumas curiosidades no Honda Civic. Além de tecnologia inovadora, temos também a troca de algumas peças depois de alguns quilômetros rodados. Nesse último caso é uma situação no mínimo estranha. Esse post é sobre o Honda Civic mais moderno, 2014 em diante.

Tecnologia inovadora

O Honda novo saiu com um sistema de carga de bateria curioso, além de inovador no Brasil. O seu alternador é diferente dos demais modelos nacionais. A própria montadora chama de sistema COM de carga. Sabemos que o alternador é a peça do seu carro que mantém a bateria carregada. Podemos comparar com uma usina portátil de energia. O Mãos ao Auto publicou muitas matérias sobre alternadores, suas funções e principais defeitos.

Honda Civic

No caso do Honda e seu sistema COM, o alternador praticamente trabalha usando um sistema tipo Stand-by. Sim, ele fica a “espera” da necessidade de energia que o carro pede, mantendo um carga mínima equivalente ao que o sistema elétrico do carro gasta em marcha lenta e sem acessórios ligados. A medida que um deles funciona, o alternador compensa carregando a bateria. Isso pode ser acompanhado com um multímetro na própria bateria. A voltagem vai aumentando ( a corrente aumenta junto) assim que um farol ou ar-condicionado é ligado e assim por diante. A medida máxima de 14,9 Volts é respeitada pelo alternador. Mas com um amperímetro podemos acompanhar o vai e volta dessa carga medida em amperes (veja no vídeo abaixo).

A estranha troca de uma correia

Ainda com relação ao alternador, uma peça é trocada em determinada revisão programada. É a troca da correia do alternador. Tudo bem uma troca ser recomendada depois de certa quilometragem. Mas o curioso é que a correia substituta é diferente da original, inclusive mudando a posição de instalação. Ou seja: a correia nova muda de “itinerário”. O que significa isso? Que a correia nova vai atuar de maneira diferente em polias e esticadores.

No caso do Honda é visível que a correia nova não “abraça”a polia do alternador como era com a correia antiga. O resultado – testado em 3 Hondas – é uma medida de carga diferente e aquecimento anormal do alternador, além da durabilidade comprometida. Em casos de uso de vários acessórios elétricos ao mesmo tempo, a bateria sofre com uma entrada de carga menor do que a saída. Isso pode arriar a bateria. A explicação – não divulgada ao público, mas a instaladores – é que a correia antiga pode danificar outras peças como a polia do ar-condicionado.

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Pneu furou. E agora? http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/pneu-furou-e-agora/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/pneu-furou-e-agora/#respond Thu, 08 Feb 2018 15:52:47 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10545 Alguns dizem que trocar um pneu é fácil, que qualquer um pode fazer. Mas não é bem assim. Trocar um pneu pode ser bem complicado, principalmente quando ele está furado. Fora isso quase ninguém se preocupa com os pneus e qualquer outro serviço nele está totalmente fora do alcance do motorista. Quando dizemos que trocar […]

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Alguns dizem que trocar um pneu é fácil, que qualquer um pode fazer. Mas não é bem assim. Trocar um pneu pode ser bem complicado, principalmente quando ele está furado. Fora isso quase ninguém se preocupa com os pneus e qualquer outro serviço nele está totalmente fora do alcance do motorista.

Quando dizemos que trocar um pneu não é fácil, é porque envolve soltar vários parafusos e/ou porcas, além de ter que levantar o carro. O uso de ferramentas assim requer pratica, força e muito cuidado.

Existem outras possibilidades. Entre elas um veda furo, sim um tipo de “borracheiro instantâneo”. Evidentemente que nos referimos a furos e não a rasgo ou defeitos maiores. Nesse caso o pneu tem que ser substituído por  um novo.

Como funciona?

O produto é compacto, fácil de carregar e muito fácil de usar. Funciona no estilo “granada”, ou seja: conectamos  sua mangueira no bico do pneu furado e apertamos o acionador do spray, que não volta, ficando na posição  até acabar o produto. Isso possibilita esperar o serviço terminar a certa distância do carro. O resultado é incrível, com o pneu se levantando como mágica. É nesse momento que a fórmula do fabricante do spray cobre todo o interior do produto, vedando o furo.

Vantagens

Como dito: fácil de usar por qualquer um que ler as intrusões da embalagem. É uma solução prática para sair de um lugar ermo, onde não existe nenhuma outra opção. E isso costuma acontecer em situações como essa. O preço também é bom, algumas chegam a custar no máximo 40 reais.

Desvantagens

Se mal aplicado, sem seguir as instruções do fabricante, pode danificar o pneu internamente. Mas é algo raro. Pneus com sensores de calibragem podem se danificar.  Também pode corroer as rodas por dentro. Por isso não é uma solução definitiva para o furo. O carro deve ir imediatamente a uma borracharia para reparar adequadamente.

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O Chevette http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/o-chevette/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/o-chevette/#respond Mon, 05 Feb 2018 16:33:51 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10529 Fabricado pela GM, o Chevette foi um dos carros mais admirado pelos brasileiros. De mecânica simples e design atraente, logo virou um campeão de vendas, (quase 2 milhões vendidos) dominando o mercado de carros pequenos da época. Também foi eleito por duas vezes como o carro do ano por revista especializada. O chevete foi fabricado […]

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Fabricado pela GM, o Chevette foi um dos carros mais admirado pelos brasileiros. De mecânica simples e design atraente, logo virou um campeão de vendas, (quase 2 milhões vendidos) dominando o mercado de carros pequenos da época. Também foi eleito por duas vezes como o carro do ano por revista especializada. O chevete foi fabricado no Brasil de 1973 a 1993.

A parte elétrica do Chevette seguia o modelo da época: poucos acessórios, fios grossos e uma caixa de fusíveis de vidro muito parecida com a do Opala também da GM. Fusíveis de vidro eram os melhores da época e de grande eficiência. Também o acesso a caixa de fusíveis é fácil, colaborando para o dono do carro fazer uma troca de fusível ou revisão por ali.

O Chevette sofreu uma grande mudança nos anos 90, tanto por fora como na parte elétrica. Basicamente ele herdou o sistema elétrico do Monza (por isso era conhecido como Monzinha) . Ganhou fusíveis de lâmina, mais modernos e confiáveis. Mas esse post é sobre os fusíveis e lâmpadas do Chevette mais antigo, o famoso “Tubarão”.

Como dito acima, os fusíveis eram de vidro, de qualidade boa para a época. Poucos acessórios levaram a instalação de uma caixa de fusível pequena. Em alguns modelos até sobrava espaço para mais um acessório. Por isso é uma caixa onde um fusível pode proteger vários circuitos, como luz de freio e o radio, ou ventilação interna e luz de ré.  Na figura abaixo vemos exemplos assim (Veja mais aqui).

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O Chevette saiu equipado com lâmpadas que até hoje são encontradas no mercado. Algumas são até utilizadas por automóveis de última geração. Isso pouco mudou com o tempo. O seu farol pode ser silibim ou até mesmo com lâmpadas H4 ou H5, que foram introduzidas aos poucos no Chevette dos anos 70. As famosas e ainda usadas lâmpadas 67 , também as um polo e dois polos, já eram fabricadas e aplicadas no Chevette. 

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A buzina do Gol http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/a-buzina-do-gol/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/02/a-buzina-do-gol/#respond Thu, 01 Feb 2018 16:57:24 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10517 A buzina do Gol é relativamente fácil de trocar. O inconveniente é a necessidade de deitar debaixo do carro. Mas para quem gosta de consertar seu carro, tudo vira um prazer típico de hobbies.  Pode ser necessário retirar ou soltar alguns forros de plástico que fazem parte da proteção inferior do Gol. Mas são parafusos […]

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A buzina do Gol é relativamente fácil de trocar. O inconveniente é a necessidade de deitar debaixo do carro. Mas para quem gosta de consertar seu carro, tudo vira um prazer típico de hobbies.  Pode ser necessário retirar ou soltar alguns forros de plástico que fazem parte da proteção inferior do Gol. Mas são parafusos fáceis de soltar e recolocar a peça não é um bicho de 7 cabeças, como acontece com outros modelos. Para remover a buzina pode ser necessário o uso de uma chave L de 13 milímetros, ou chave de estria e curvada.

Qual é o tipo de buzina do Gol?

Temos uma buzina de uma corneta que produz o famoso “fon fon” como som.  Possui uma lâmina de fixação no carro que faz parte do conjunto da buzina. A buzina original é de dois terminais em plug. Ou seja: existe uma tomada diferenciada e exclusiva da Volks. Por isso a buzina deve ser a mesma, ou similar. Nesse caso tem que comparar uma buzina com a outra.

Imagem: hometas.com.br

Defeitos mais comuns

O mais comum é a buzina do Gol queimar. O local onde fica fixada é muito exposto a água, barro, e outros inconvenientes. Um simples teste com lâmpada ou teste de corrente, descobre se ela está queimada. Quase sempre é impossível fazer a famosa regulagem nesse modelo de buzina. Outra possibilidade de defeito é fusível queimado (Veja aqui o fusível). Isso pode ocorrer quando um fio positivo da buzina encosta em partes metálica. É algo mais raro, mas pode acontecer perto da tomada da buzina que também está mais exposta. Esse é um trabalho de procura e jamais devemos aumentar a potência do fusível queimado.

Também pode acontecer defeito no volante, ou na almofada que apertamos para acionar a buzina. É mais raro e acontece muito em momentos de festa e comemoração, onde o local é quase “socado” pelo motorista. Mas nesse caso, se o carro tem AIBAG, um profissional tem que resolver. É um serviço mais perigoso.

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Aditivo para limpador de para-brisa http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/aditivo-para-limpador-de-para-brisa/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/aditivo-para-limpador-de-para-brisa/#respond Mon, 29 Jan 2018 12:45:57 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10503 Aditivo para limpador de para-brisa. O que é isso? A maioria dos motoristas conhece os aditivos para radiador, motor e combustível. Mas aditivo para limpador de para-brisa pode parecer estranho. Usar esse aditivo não significa que algo vai ser colocado no motor do limpador, mas em um acessório dele: o reservatório de água. A grande […]

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Aditivo para limpador de para-brisa. O que é isso? A maioria dos motoristas conhece os aditivos para radiador, motor e combustível. Mas aditivo para limpador de para-brisa pode parecer estranho. Usar esse aditivo não significa que algo vai ser colocado no motor do limpador, mas em um acessório dele: o reservatório de água. A grande maioria dos modelos brasileiros vem equipada de fábrica com o esguicho de água que funciona no momento que ele é ativado, através de um comando diferente. Pode ser puxando a haste do comando, apertando um botão específico, ou até com o pé. Esse último caso ocorre em carros mais antigos, como o Fusca e o Opala, que não usam bombas elétricas. E, pasmem, a opção elétrica desse acessório já era oferecido desde 1936 como opcional na hora da compra do automóvel.

Onde colocar o aditivo?

No reservatório próprio. Aquele que vem com uma tampa e um desenho de para-brisa e com outro simbolizando água (imagem acima). Esse reservatório fica no compartimento do motor e é sempre bom ter certeza que é ele, pois existem outros, como o reservatório do radiador, que podem confundir. E, acreditem: isso acontece muito principalmente em postos de gasolina. Fique atento a esse serviço oferecido quase sempre como cortesia. O local pode ser variado, dependendo do modelo do carro.

Como colocar o aditivo?

O fluído desde ser colocado no reservatório completando a água dele ou conforme as instruções do fabricante. Normalmente vem com 100 ml no frasco, dependendo da marca. Alguns prometem a conservação das borrachas do limpador, o que derruba a fama vinda das rede sociais que dizem o contrário ( pesquisa feita com o fluído da AC Delco) .

Dicas

Sempre use o esguicho mesmo que não esteja chovendo. Mantenha o reservatório sempre cheio. Isso vai evitar possíveis entupimentos devido ao acúmulo de sujeira no fundo do reservatório. De preferência use água filtrada, que evidentemente é mais limpa.

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Lâmpada vermelha de dois polos http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/lampada-vermelha-de-dois-polos/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/lampada-vermelha-de-dois-polos/#respond Thu, 25 Jan 2018 16:06:32 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10491 É cada vez mais comum encontrar carros usando esse tipo de acessório: lâmpada vermelha de dois polos. Mas isso acontece mais em modelos modernos que se preocupam com a estética preferida do mercado em relação a lanternas traseiras. A preferência do consumidor tem sido por lanternas incolores ou fumês, em vez de acabamento totalmente vermelho. […]

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É cada vez mais comum encontrar carros usando esse tipo de acessório: lâmpada vermelha de dois polos. Mas isso acontece mais em modelos modernos que se preocupam com a estética preferida do mercado em relação a lanternas traseiras. A preferência do consumidor tem sido por lanternas incolores ou fumês, em vez de acabamento totalmente vermelho.

O vermelho é a cor em questão por que é exigência da lei que determinadas luzes tenham uma cor definida. No caso dessa lâmpada ela acende a luz de freio e lanternas (luz de posição) que devem ser de cor vermelha. Como antigamente não existiam lâmpadas automotivas com essa cor, fica explicada a cor padrão das lanternas dessa época: vermelha.

Lâmpada vermelha de dois polos

Seu funcionamento é o mesmo das lâmpadas de dois polos comum. Temos dois filamentos internos, um para cada função já citada. Mas em alguns casos ela pode ter pinos de encaixe em “Y” exatamente para não ser instalada a lâmpada errada. Nesse caso ela simplesmente não ficaria fixa em seu lugar. A mão de obra para troca e serviços é a mesma que uma lâmpada comum. 

Desvantagens

Temos reparado que lâmpadas com cores têm uma durabilidade menor. Talvez por reter mais calor dentro delas. A fábrica é a mesma das lâmpadas comuns, o que não justificaria culpar a qualidade. O mesmo tem acontecido com lâmpadas de cor laranja que servem para as setas. A diferença é que as lâmpadas de luz de freio e lanternas são mais utilizadas do que as de setas, o que diminui mais ainda a vida útil das lâmpadas vermelhas.

O preço da lâmpada também é uma desvantagem. Obviamente que as lâmpadas vermelhas tem um preço maior. Afinal, toda novidade implica em mudanças e investimentos em equipamentos apropriados. E, em nosso país, qualquer novidade (ou custo) é repassado para o cliente final com um “pequeno exagero”. Mas com o tempo a tendência é esse preço diminuir, se aproximando do valor das lâmpadas comuns. É bom saber que lâmpadas de leds também são aplicadas nesse caso.

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Fusíveis do Peugeot 306 http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/fusiveis-do-peugeot-306/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/fusiveis-do-peugeot-306/#respond Mon, 22 Jan 2018 13:35:48 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10467 Os fusíveis do Peugeot 306 estão distribuídos em duas caixas, um dentro carro, no painel / lado esquerdo do motorista (primeira imagem abaixo) ou dentro do compartimento do motor, ao lado da bateria (segunda imagem abaixo). Em ambos os casos temos tampas que devem ser retiradas para conseguir acesso direto aos fusíveis. O Peugeot 306 […]

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Os fusíveis do Peugeot 306 estão distribuídos em duas caixas, um dentro carro, no painel / lado esquerdo do motorista (primeira imagem abaixo) ou dentro do compartimento do motor, ao lado da bateria (segunda imagem abaixo). Em ambos os casos temos tampas que devem ser retiradas para conseguir acesso direto aos fusíveis. O Peugeot 306 vem equipado com fusíveis tipo lâmina, que são considerados os mais  robustos do mercado brasileiro. Possuem um código de cores que é interligado a potência deles para facilitar a troca.

Isso significa que quando um fusível de cor azul queimar, ele deve ser substituído por outro da mesma cor. Mudar isso pode causar danos elétricos no seu carro. Normalmente tudo que está ao alcance do motorista resolver em seu carro está especificado em detalhes no manual. Assim é no caso de fusíveis. As orientações do manual devem ser respeitadas. Afinal, foram eles que projetaram e testaram o carro, inclusive a parte elétrica dele.

Nunca insista em trocar um fusível que não para de queimar. Nesse caso temos um curto-circuito que deve ser encontrado e resolvido. Insistir, além de queimar sucessivamente algum fusível, pode queimar também o acessório que é protegido por esse fusível. Nesse caso um profissional capacitado deve ser consultado.

Na tampa da caixa de fusíveis do Peugeot 306 encontramos uma pinça de plástico que serve para retirar e instalar um fusível. Ela é bem útil, mas fácil de perder. Fique atento a ela e guarde no lugar correto. Também temos fusíveis reservas. Eles podem ficar presos na tampa da caixa, ou em lugares já determinados para eles ao lado de fusíveis que são usados.

Testar um fusível pode ser no visual. Mas seria um caso bem evidente de queima, como mostra a figura abaixo. Na dúvida tem que ser feito um teste com ele em seu local e usando uma lâmpada de teste de fusíveis (veja aqui). Veja abaixo o esquema dos fusíveis do Peugeot 306.


Fusíveis do Peugeot 306

Fusíveis do Peugeot 306

 


Fusíveis do Peugeot 306

Fusíveis do Peugeot 306

Fusíveis do Peugeot 306

Imagens do blog:

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Buzina do Corsa http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/buzina-do-corsa/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/buzina-do-corsa/#respond Thu, 18 Jan 2018 21:32:52 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10447 A buzina do Corsa é um dos acessórios que mais apresenta defeitos. Seja pela qualidade da peça ou pela posição dela no carro. O Corsa visita muito oficinas  por problemas na buzina. Mas também é um dos modelos mais fáceis de consertar. A GM é conhecida entre os reparadores como uma fábrica que não complica muito […]

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A buzina do Corsa é um dos acessórios que mais apresenta defeitos. Seja pela qualidade da peça ou pela posição dela no carro. O Corsa visita muito oficinas  por problemas na buzina. Mas também é um dos modelos mais fáceis de consertar. A GM é conhecida entre os reparadores como uma fábrica que não complica muito a construção dos seus modelos. A parte elétrica deles também é simples, principalmente nos modelos mais antigos.

Quase sempre o defeito implica em troca, o que facilita o serviço. Nos modelos mais antigos do Corsa a buzina fica localizada no lado de  dentro do  paralamas, lado do motorista, presa por um suporte. Pode ter um ou dois fios, dependendo se já foi trocada anteriormente. Seu barulho é o tradicional “fon-fon” e originalmente temos apenas uma buzina, ou uma corneta. O relé não é um obrigação, principalmente se a buzina for de dois fios.

Principais defeitos na buzina do Corsa

  • Fusível queimado. Quase sempre ele queima por excesso de uso. Mas também pode ser por um curto no circuito da buzina ou em outro que é protegido pelo mesmo fusível. O manual do Corsa informa quais são esses outros acessórios (veja aqui). Tenha atenção com esse defeito. Se o fusível queimar de novo, não insista. O curto tem que ser encontrado e consertado. Jamais instale um fusível de cor diferente (ou amperagem diferente). Isso pode causar mais problemas e custos.

Buzina do Corsa

  • Acionador de buzina. É o local onde apertamos para a buzina tocar. Pode ser simplesmente um fio solto ou peça interna quebrada. Normalmente apresenta defeito por uso e tempo. Se retirado com cuidado (quando é no volante), fica fácil de entender e procurar por algum defeito. Mas se o carro tem Airbag NÃO MEXA. Somente um profissional capacitado pode fazer o reparo.
  • Buzina com defeito. Ela pode queimar como uma lâmpada, por exemplo. Uma maneira de descobrir é medindo a corrente na tomada substituindo a buzina por uma lâmpada de teste. Se a lâmpada piscar ao tocar a buzina, temos um defeito. Nesse caso a troca da buzina tem que ser feita.
  • Não tem buzina. Sim, é comum no Corsa a buzina sumir, cair no asfalto. É um dos defeitos crônicos do Corsa. O suporte dela é frágil e quebra facilmente.

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7 dicas sobre pneus de carro http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/7-dicas-sobre-pneus-de-carro/ http://www.maosaoauto.com.br/2018/01/7-dicas-sobre-pneus-de-carro/#respond Mon, 15 Jan 2018 23:08:58 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10432 O estado do conjunto de pneus do seu carro são de máxima importância para uma direção responsável e defensiva. É nele que a força final do motor atua. Todos os pneus são exigidos mais do que qualquer outra componente do seu carro. O motor tem óleo para preservar suas peças internas do atrito. O mesmo […]

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O estado do conjunto de pneus do seu carro são de máxima importância para uma direção responsável e defensiva. É nele que a força final do motor atua. Todos os pneus são exigidos mais do que qualquer outra componente do seu carro.

O motor tem óleo para preservar suas peças internas do atrito. O mesmo pode se afirmar da caixa de marcha. A suspensão é o conjunto de peças que mais se aproxima da carga suportada por um pneu: possui borrachas nas suas pontas e articulações. É um conjunto que se ajuda a “suspender” o carro e suportar as condições de nossas vias. Mas o pneu conta apenas com a qualidade e o estado de seus componentes: marca, borracha, e calibragem. E também conta com a vistoria do motorista

Um pneu é a peça do seu carro que roda, suporta o peso do carro e passageiros, faz curvas, suporta o atrito de freadas e outras condições do dia a dia. Tudo isso em contato direto com o solo, asfalto ou terra, e muitas vezes: pedras. Ele é capaz de levar sua própria carga e fardos além do imaginado por engenheiros. E o que controla isso?  Borracha, ar, algum poliéster, e aço. Um verdadeiro super-homem do seu carro. Não é um conjunto de suma importância?

Nesse post daremos algumas dicas sobre como ficar atento ao estado do pneu do seu carro e como ter um produto de qualidade e confiança

Sete dicas sobre pneus de carro

  • Procure usar o pneu recomendado pelo fabricante. A diferença de preço pode ser pouca se comparada com o fato que os pneus recomendados foram testados em várias situações. Se houver um recall da marca não deixe de cumprir as recomendações do fabricante.
  • Nunca instale câmaras de ar em pneus que saíram de fábrica sem elas e fique atento a calibragem deles.

Borracharia não é oficina de pneus

  • Procure por oficinas especializadas em pneus, com as ferramentas corretas para avaliar e trocar os pneus. Essas oficinas tem até como encaminhar pneus trocados para a reciclagem adequada. Borracharias foram feitas para emergências de furos e não de troca e compra de pneus. Eles precisam de calibragem, alinhamento e balanceamento.
  • Não troque apenas um pneu. Opte por trocar pelo menos os do mesmo eixo, aos pares (dianteiros ou traseiros).
  • Fique atento a posição dos pneus, principalmente em borracharias. Sim, pneus tem lado correto de instalação. Encontramos isso quase sempre gravado nos pneus –  normalmente em inglês – qual o lado que deve ficar para dentro ou para fora.
  • Fique atento a essa dica: no caso de instalação de um pneu novo, ele começa a ter uma aderência melhor a partir dos 150 quilômetros rodados. Seria como amaciar os pneus? Pode ser entendido dessa maneira.
  • Jamais circule com pneus em mau estado. Bolhas, furos e desgastes exagerado (pneu careca) são sinais que eles já deveriam estar há bastante tempo na reciclagem. Não existe gambiarra em pneus.

É bom lembrar que pneus também têm prazo de validade. Mesmo sem rodar muito, eles podem rachar e perder suas características de fábrica. Cinco anos é a média desse prazo e também está gravado (em código) nas laterais do pneu. Outra dica extra é lembrar que o carro tem cinco pneus. Sim, é bom tratar da mesma forma o estepe. Afinal, ele é usado em emergências e quase sempre fica esquecido e escondido no seu lugar.

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