Mãos ao Auto http://www.maosaoauto.com.br Mon, 11 Dec 2017 23:09:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.4 111956987 Como transportar crianças corretamente em seu carro http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/como-transportar-criancas-corretamente-em-seu-carro/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/como-transportar-criancas-corretamente-em-seu-carro/#respond Mon, 11 Dec 2017 23:09:40 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=8873 O manual do seu carro ensina isso. Sim, em modelos modernos temos boas instruções sobre como transportar crianças corretamente no nosso carro, o que finalmente se tornou uma preocupação tanto de motoristas, pais, como das montadoras. A razão disso é o número de acidentes fatais envolvendo crianças e a queda desse número diante de medidas […]

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O manual do seu carro ensina isso. Sim, em modelos modernos temos boas instruções sobre como transportar crianças corretamente no nosso carro, o que finalmente se tornou uma preocupação tanto de motoristas, pais, como das montadoras. A razão disso é o número de acidentes fatais envolvendo crianças e a queda desse número diante de medidas simples. E se compararmos com vidas em jogo, qualquer medida é simples, mesmo que seja comprar equipamentos caros que passaram a ser obrigatórios. Bem diferente dos extintores que ameaçam voltar como uma obrigação, usar cadeirinhas corretamente pode salvar vidas.

Aliás todos dentro de um carro em movimento devem estar seguros. Isso implica em usar itens de segurança e da forma correta. Mas o que devemos fazer? Como usar corretamente os acessórios exigidos por lei? Nesse post vamos esclarecer quais são esses acessórios disponíveis no mercado e como utilizá-los corretamente.

É bom lembrar que a lei exige que toda criança menor de 10 anos deve ser transportada no banco traseiro do carro usando o cinto de segurança. Mas até 7 anos e meio de idade elas devem usar dispositivos especiais de segurança adequados a idade conforme podemos ver abaixo.

Acessórios para transportar crianças em carros

A Polícia rodoviária do Paraná criou uma ilustração muito interessante e instrutiva para pais que costumam transportar seus filhos em seus veículos. São informações passadas de modo simples, onde até uma criança vai querer ler e entender com facilidade. Analisaremos cada figura da ilustração e no final a imagem completa também pode ser vista.

Bebê conforto

Viajar com crianças fora dessa cadeirinha é considerada falta gravíssima. Até uma ano de idade os bebês tem que usar esse acessório que deve ser aprovado pelas autoridades através de um selo ou certificado. Por isso é bom verificar com o vendedor sobre esse assunto. Alguns passaram por testes rigorosos e outros precisaram até de um recall da fábrica por defeitos. Também procure se informar sobre isso.

 

Cadeira de segurança

Passou de 1 ano de idade e até 4 anos, o bebê conforto deve ser substituído pela cadeira de segurança infantil. As mesma normas de segurança e pesquisa descritas acima valem para essa cadeira de segurança. Essa cadeirinha deve ficar presa no cinto de segurança do banco traseiro do seu carro. Siga as instruções do fabricante, pois muitas dessa cadeira são instaladas de maneira incorreta.

 

Assento elevado

É uma cadeira ou assento mais elevado que os outros. Em todos os casos seria bom usar o sistema de cintos conhecidos como “Ancoragem Isofix” já regulamentado no país e que facilita a fixação da cadeirinha no banco traseiro. Também vale para o bebê conforto. Mas o acessório também tem que sair de fábrica com as alças de fixação para utilizar o sistema Isofix.

Cinto de segurança de três pontos

Esse cinto é para crianças acima de 7 anos e meio de idade. A criança deve passar a usar esse cinto quando ele servir corretamente. Muitas vezes o crescimento do corpo não acompanha a idade. Nesse caso é uma questão óbvia de segurança. Deve estar na posição certa e confortável para criança. O cinto deve passar sobre os quadris e no centro do ombro e a criança não pode escorregar para frente. Nunca deve passar pelo pescoço. Caso contrário, a criança ainda deve usar o assento elevado por mais tempo. Na imagem abaixo temos a ilustração completa elaborada pela polícia rodoviária do Paraná.

 

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Cano de água do Uno antigo: simples mas complicado! http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/cano-de-agua-do-uno-antigo-simples-mas-complicado/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/cano-de-agua-do-uno-antigo-simples-mas-complicado/#respond Fri, 08 Dec 2017 15:30:54 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10181 O cano de água do Uno antigo é simples mas complicado. Mesmo assim foi usado por décadas e até hoje equipa a linha Fire, entre eles modelos do Palio e Siena da Fiat. A diferença foi exatamente o que facilitou um pouco a troca de cano: os mais modernos são presos por anéis de borracha e não por […]

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O cano de água do Uno antigo é simples mas complicado. Mesmo assim foi usado por décadas e até hoje equipa a linha Fire, entre eles modelos do Palio e Siena da Fiat. A diferença foi exatamente o que facilitou um pouco a troca de cano: os mais modernos são presos por anéis de borracha e não por parafusos que foram motivos de lamentação de muito mecânicos. Mas o material é o mesmo, assim como o formato e a durabilidade. O estranho é imaginar por que a Fiat colocou esse cano de água simples, mas que exige trocas periódicas meio anormais.

O que é o cano de água da Fiat

É um tubo de metal, com cerca de 35 cm e três entradas ou passagens de água. É de metal aparentemente reforçado. Os mais antigos são fixos por dois parafusos de um lado e mangueira e abraçadeiras do outro. Também pode ter um suporte para fixação no motor e assim funcionar sem mexer muito. Funciona em altas temperaturas e pode causar queimaduras sérias. Quando apresenta defeito, o veículo perde muita água e fica sem condição de rodar. Também pode danificar o cabeçote do motor gerando sérios prejuízos.

Cano de água do Uno antigo: simples mas complicado!Como funciona?

Trabalha como “ponte” entre o bloco do motor e mangueiras de água. Faz parte do sistema de refrigeração da água do motor. Sua função é muito parecida com os selos de bloco, se são peças que funcionam como rolhas. Ou seja: são de material mais frágil e “estouram” quando o motor aquece demais, rodando sem ventilação. O cano de água não dilata como as mangueiras, o que pode até causar acidentes no caso de superaquecimento do motor. Elas, as mangueiras, incham até explodir. O cano tem pontos fraco que podem se romper com mais facilidade, aliviando a pressão dentro do sistema de arrefecimento. Seria um “fusível” de aquecimento do motor? Pode ser.

Localização: entre o bloco do motor e o escapamento. É mais fácil de ver por baixo e deve ser trocado em elevador ou cavaletes.

Cano de água do Uno antigo: simples mas complicado!

Principais defeitos

Vazamento por corrosão da água e pressão de água quente (veja imagem acima). Pequenos furos aparecem no corpo ao lado de manchas de ferrugem. Ele também pode vazar em suas pontas por abraçadeira sem aperto ou por algum parafuso bambo. A instalação sem junta – ou com junta ruim (de papel) – também pode fazer água vazar nas entradas do cano.

Por que é complicado?

Sua troca deveria ser bem mais simples, principalmente a do cano do Uno antigo. A localização já atrapalha, sendo que a mangueira que segue esse cano é muito mais simples de trocar. É necessário ferramenta  diferenciada, principalmente para recolocar a peça no lugar, exatamente por causa do último parafuso de fixação. É um serviço que pode demorar dependendo da experiência de quem está realizando. O modelos mais novos da Fiat usam presilhas diferenciadas para a fixação, o que ajuda mais na troca. O problema nesse caso é quebrar uma dessas presilhas. Também, nos dois casos,  deveria ser vendido como um Kit, com juntas e abraçadeiras, além de um pouco de veda junta.

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Como fazer a ligação elétrica de reboque de carro http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/como-fazer-a-ligacao-eletrica-de-reboque-de-carro/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/12/como-fazer-a-ligacao-eletrica-de-reboque-de-carro/#respond Tue, 05 Dec 2017 14:21:30 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10168 Fazer a ligação elétrica do reboque de carro é obrigatório por lei. A explicação é que sem essa ligação não se justifica ter o reboque. Ou também a carretinha ( ou que se vai ligar no reboque) vai ficar ilegal, sem iluminação traseira. Essa segunda opção parece ser a mais lógica, assim como o emplacamento […]

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Fazer a ligação elétrica do reboque de carro é obrigatório por lei. A explicação é que sem essa ligação não se justifica ter o reboque. Ou também a carretinha ( ou que se vai ligar no reboque) vai ficar ilegal, sem iluminação traseira. Essa segunda opção parece ser a mais lógica, assim como o emplacamento da carretinha. O uso de algo rebocado vai, evidentemente tampar as luzes indicadoras do veículo que reboca, o que pode causar acidentes. Do mesmo modo a placa da carretinha vai identificar um responsável por ela, visto que também que ela tira a visão da placa do veículo que reboca.

Tudo uma questão de segurança. Por isso a lei prefere “curar” do que “remediar” uma possível situação perigosa. Sim. Seu carro pode ser multado ou até rebocado se estiver instalado um reboque sem parte elétrica evidente, que seria o rabicho. É dele que vamos falar nesse post.

Como fazer a ligação elétrica de reboque de carro

Basicamente toda a luz que seu carro acende na traseira também tem que acender na traseira da carretinha. Isso vai orientar quem vem dirigindo atrás sobre o que tem na frente e quais as intenções do motorista. Por exemplo: se você vai virar à esquerda, a seta do carro e da carretinha têm que piscar juntas. O mesmo acontece quando pisamos no freio: a luz de freio do carro e da carretinha tem que acender juntas. Acontece o mesmo com a luz de posição (faroletes) luz de placa e até a luz de ré, se a carretinha for mais moderna. Antigamente não era obrigatório luz de ré em veículos e no que rebocavam.

Obs: alguns veículos não aceitam simplesmente a ligação de mais lâmpadas no circuito, que é o que acontece quando a carretinha é ligada ao carro. Nesse caso tem que consultar o manual ou instalar em loja especializada, sempre consultando o assunto com o profissional. Em alguns casos pode causar pane na iluminação do carro e até queimar o Body Computer. Como exemplo temos a linha Fiat Linea. A ligação sugerida nesse post é para carros mais antigos.

Teoricamente é um serviço fácil de fazer. Afinal basta fazer uma extensão vinda diretamente do chicote traseiro do carro até a tomada do reboque. A ligação pode ser simples, mas o serviço é longo e requer alguns cuidados. Uma lâmpada de teste vai ajudar muito.

No esquema acima temos o encaixe que fica no carro e onde devemos ligar uma das pontas de um fio do rabicho. As cores são uma sugestão. Como a parte elétrica que vem da carretinha costuma já está pronta, tente repetir as cores dela no carro (imagem acima). Costuma existir um padrão que quase sempre vem em um esquema quando a tomada é comprada. Mas como a carretinha pode variar – não sendo sempre a mesma – a posição dos fios também variar. São poucos eletricistas no Brasil que seguem um padrão de ligação. Então faça uma ligação com seu padrão para evitar ligações erradas. Se for usar uma carretinha emprestada faça confira o que está acedendo corretamente e muda a ligação do seu reboque para se adequar a carretinha.

Ligação do esquema acima

Fio azul – Luz de freio (electric brakes). A outra ponta vai ligada em ponte no fio da luz de freio. Normalmente é preto com listras vermelhas. Mas tem que ser testado com uma lâmpada de testes para não ter dúvidas. Basta ligar em um fio para acender as duas lâmpadas de freio da carretinha, assim como acontece com o carro.

Fio marrom – Lanternas traseiras ( tail lights). São os faroletes que acendem no primeiro estágio da chave de farol, ou luz de posição como é conhecido em alguns estados. Também acende a luz de placa. Nesse caso podemos repetir o tipo de ligação da luz freio – usando um fio apenas dos faroletes – ou dividir – cada lado vai ser ligado no fio correspondente que vem do carro. A cor do fio de farolete (do carro) pode variar. Por isso temos sempre que usar a lâmpada de teste para localizar todos eles. Basta ligar os faroletes para encontrar a corrente com a lâmpada de teste.

Fio branco – Aterramento (Ground). Muito pouco usado por eletricistas do Brasil, mas de suma importância. Muitos contam com o aterramento da parte elétrica da carretinha através do contato do engate (bola cromada). Mas isso pode falhar e as lâmpadas da carretinha não vão funcionar bem. Outra situação que eles evitam: misturar fio terra com positivos no engate. Acham que pode ocorre curtos. Mas basta conferir antes de engatar qualquer carretinha.

Seta a esquerda – Fio amarelo (left Turn). É o único caso que devemos ligar fios separados por uma questão óbvia: existem duas setas em qualquer veículo e portanto dois fios, duas correntes separadas. Também tem que ser encontrada com a lâmpada de teste e a seta ligada e virada para a esquerda.

Seta direita – Fio verde (Ritgh Turn). É o mesmo caso da seta esquerda, bastando localizar a corrente dela com a seta do carro piscando para a direita. Alguns ligam o fio da direita no chicote da lanterna direita. Seria o único por ali (leia no final do post). O pisca alerta vai funcionar com as setas ligadas. Não precisa fazer uma ligação em separado para esse acessório.

12 Volts – Fio preto. É uma corrente separada, protegida por fusível do carro, e direta (Funciona sem precisar ligar  a chave do carro). Serve para alimentar uma lâmpada auxiliar, por exemplo, sem a necessidade de usar o fio do farolete para isso. Imagine ter que ligar todos os faroletes para ter uma luz extra. Mas esse é um caso para carretas fechadas, especiais, que precisam de iluminação ou uma tomada de 12 Volts para equipamentos adicionais.

Qual lanterna devemos usar para ligar o chicote?

Pois normalmente usamos o chicote da lanterna esquerda para ligar a carretinha por questão técnicas (o chicote quase sempre passa primeiro pela lanterna esquerda e é estendido dali para a lanterna direita). Mas isso não impede de fazer o serviço todo na lanterna direita. Apenas é uma ligação padrão.

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O que é a terceira luz de freio? http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/o-que-e-a-terceira-luz-de-freio/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/o-que-e-a-terceira-luz-de-freio/#respond Thu, 30 Nov 2017 17:45:28 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10148 Muitos proprietários de carros desconhecem essa terceira luz de freio. Todo automóvel tem que sair de fábrica com duas lâmpadas de freio, uma em cada lanterna funcionando adequadamente. Essas são bem conhecidas do público. Mas e a terceira luz de freio? O que é e onde fica? Quais são seus defeitos principais e suas características? É […]

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Muitos proprietários de carros desconhecem essa terceira luz de freio. Todo automóvel tem que sair de fábrica com duas lâmpadas de freio, uma em cada lanterna funcionando adequadamente. Essas são bem conhecidas do público. Mas e a terceira luz de freio? O que é e onde fica? Quais são seus defeitos principais e suas características? É um acessório obrigatório? Esse post vai responder essas perguntas.

Ela também é conhecida como “brake light” (literalmente: luz de freio) e tem como objetivo reduzir às chances de acidentes por causa da sua posição elevada em relação as outras duas lâmpadas de freio. Sua potência também ajuda nesse sentido. Tudo é uma questão de “ser visto” por outros motoristas, seja na estrada ou em vias de grandes centros.

O que é a terceira luz de freio?

Onde fica?

Como dito, ela fica em posição elevada, normalmente na parte de cima do vidro traseiro, no meio dele. Tem um tamanho quase padrão e pode usar uma lâmpada de um polo e 21 Watts, várias lâmpadas tipo esmagada de 5 Watts, ou um conjunto de leds que vem equipando os carros mais modernos. Em veículos com porta-malas separados da cabine – imagem abaixo – o brake light fica na parte inferior do vidro, também no meio, mas sempre em posição acima das lanternas.

O que é a terceira luz de freio?

Características

Por lei qualquer luz de freio tem que acender na cor vermelha. Também no caso do brake ligth a lâmpada é vermelha ou a lente dele é. Alguns veículos mais antigos (somente mais antigos) têm essa lanterna de brake light, mas sem as lâmpadas, funcionando como o conhecido “olho de gato, que reflete em vermelho o farol do carro que vem atrás. Também tem a mesma função de chamar atenção de outros motoristas.

Defeitos principais

Basicamente são os mesmo das lanternas de luz de freio: luz queimada, falta de aterramento e mau contato. Mas uma característica desse acessório é apresentar defeito na fiação, principalmente onde os fios passam da porta para a coluna dela através de uma sanfona de borracha. Por causa do uso dessa porta, um fio pode quebrar e a luz para de acender. Um conselho é jamais aumentar ou diminuir a potência desse acessório. A cebolinha de freio também pode influenciar o brake, mas seria no conjunto inteiro de lâmpadas de freio.

É obrigatório?

Sim. Mas somente para veículos fabricados depois da lei, que é recente. Em fevereiro de 2007  foi publicada a  resolução  227 pelo CONTRAN. Foi decidido que veículos fabricados a partir de janeiro de 2007 teriam que sair com o brake ligth de fábrica. Também houve a recomendação para não usar vidro muito escuro, o que poderia atrapalhar o funcionamento básico da terceira luz de freio. Evidentemente que veículos anteriores a essa resolução não são obrigados a ter o brake ligth, pois a lei no Brasil não retroage. Mas se ele foi instalado como um acessório pelo motorista, mesmo que em carros mais antigos, o bom funcionamento é obrigatório e sujeito as mesmas multas.

 

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Como retirar o volante do Uno http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/como-retirar-o-volante-do-uno/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/como-retirar-o-volante-do-uno/#respond Mon, 27 Nov 2017 11:21:57 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10133 Como retirar o volante do Uno antigo? Muitos donos de veículos gostam de realizar pessoalmente um serviço no carro. É obvio que a maioria desses serviços deve ser feitos por profissionais. Até uma troca de pneu requer cuidados especiais, sendo melhor que um borracheiro o faça. Mas alguns serviços – como retirar o volante do […]

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Como retirar o volante do Uno antigo? Muitos donos de veículos gostam de realizar pessoalmente um serviço no carro. É obvio que a maioria desses serviços deve ser feitos por profissionais. Até uma troca de pneu requer cuidados especiais, sendo melhor que um borracheiro o faça. Mas alguns serviços – como retirar o volante do uno antigo – pode ser feito com facilidade usando alguns cuidados básicos.

O post é sobre o Uno antigo por ser um carro mais simples, sem Airbag, por exemplo, o que necessita de um profissional para fazer. Por isso: não tente retirar um volante que tenha Airbag nele, não importa o modelo do carro. Pode ser perigoso e gerar prejuízos. Mas esse post também vai ajudar no caso de outro modelo simples, como a linha Palio e Gol.

Como retirar o volante do Uno

Mas quais seriam os motivos para se retirar o volante além da troca dele por outro? Temos alguns motivos, principalmente elétricos. A troca do comando de seta seria um. Para trocar o comutador e miolo da chave também precisamos retirar o volante do Uno antigo. Cada carro teria os  seus motivos.

Como retirar o volante do Uno

Primeiro procure por uma porca central, no meio do volante, atrás de uma capinha com a logo da Fiat. Normalmente usamos uma chave de 24 milímetros tipo cachimbo para soltar essa porca. Alinhe o volante com as rodas para facilitar a recolocação do volante. Peça alguém para segurar o volante enquanto você gira o cachimbo 24 para a esquerda. Um pouco de força vai se necessário.

Em seguida solte as capas do volante. Assim o acesso aos componentes elétricos que estão por ali será total. Temos dois ou três parafusos tipo Philips (originais) que seguram a capa no lugar. Feito isso, a troca e reparo das peças vai ficar muito mais fácil. Como dito, podemos trocar o comando de seta, o tambor da chave, o comutador de ignição, e até o relé de pisca que fica no meio do comando embaixo dele. Para montar basta seguir os passos ao contrário.

Assistam o vídeo abaixo que mostra na prática como fazer.

 

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O fusível de vidro http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/o-fusivel-de-vidro/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/o-fusivel-de-vidro/#respond Wed, 22 Nov 2017 12:25:29 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10111 As novas gerações de motoristas muito provavelmente não conhecem o fusível de vidro. Mas é por ser algo bem antigo, dos primórdios da indústria automobilística mundial. Quase todos os automóveis antigos e preservados na forma original, contém uma caixa de fusíveis de vidro. Era assim que o sistema elétrico era protegido de curtos e excesso […]

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As novas gerações de motoristas muito provavelmente não conhecem o fusível de vidro. Mas é por ser algo bem antigo, dos primórdios da indústria automobilística mundial. Quase todos os automóveis antigos e preservados na forma original, contém uma caixa de fusíveis de vidro. Era assim que o sistema elétrico era protegido de curtos e excesso de uso.

Para a época, eram duráveis, bem baratos, e fáceis de trocar. Também não eram muitos – 10 no máximo – por causa dos poucos acessórios e da boa capacidade de absorver calorias. Com o passar do tempo, esses mesmos automóveis foram ganhando acessórios como ar-condicionado, vidros elétricos e outros. Por isso os fusíveis passaram a ser criticados por durar pouco, se esquecendo do aumento da carga. A mudança do tipo de fusíveis demorou por falta de tecnologia melhor para sua fabricação.

Caixa de fusíveis de vidro – carro antigo

Um fusível de vidro possui uma lâmina interna que une as duas pontas metalizadas externas. O vidro protege do calor e agentes externos. A lamina é dimensionada de acordo com o acessório que protege. Ou seja: é a conhecida amperagem de fusíveis, quanto mais carga, maior a amperagem e mais grossa a lâmina interna (o fusível do farol, por exemplo). Essa amperagem varia um pouco menos que os fusíveis modernos. Temos de  10A, 15A, 20 e 30A. O fusível de vidro foi muito usado no Opala, Corcel e outros modelos da indústria automobilística brasileira

Repare a diferença dentro dos fusíveis

Muitos confundem o fusível de vidro com um filamento fino no seu interior como sendo fusível automotivo. Na verdade sua amperagem é baixa e deve ser usada apenas em sistemas delicados, como o som do carro. Evidentemente eles não podem ser usados em outros acessórios do carro, pois queimarão por caloria em poucos minutos de uso.

Uma característica comum desse tipo de fusível é quando ele queima. Muitas vezes ele interrompe no meio do filamento, o que é bem evidente. Mas ele também pode queimar por uso, ou vida útil. Nesse caso o filamento não rompe no meio e sim nas pontas metálicas. Isso pode enganar no caso de um exame visual, sem o devido teste elétrico. Ainda é encontrado no mercado a um preço bem acessível.

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Símbolos da caixa de fusíveis de carros http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/simbolos-da-caixa-de-fusiveis-do-corsa/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/simbolos-da-caixa-de-fusiveis-do-corsa/#respond Sun, 19 Nov 2017 13:26:14 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=7628 Símbolos da caixa de fusíveis de carros Ainda existe desconhecimento de alguns símbolos de fusíveis de carros. Afinal, um motorista quase sempre se limita a dirigir aprendendo leis de trânsito. Mas e se for uma situação  de emergência? O manual do carro informa onde estão os fusíveis e a recomendação é quase sempre a mesma: […]

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Símbolos da caixa de fusíveis de carros

Ainda existe desconhecimento de alguns símbolos de fusíveis de carros. Afinal, um motorista quase sempre se limita a dirigir aprendendo leis de trânsito. Mas e se for uma situação  de emergência? O manual do carro informa onde estão os fusíveis e a recomendação é quase sempre a mesma: “Em caso de emergência”. Isso significa adquirir um conhecimento urgente para resolver um problema imediato, onde é impossível a presença de um profissional.

Muitos carros vem com o nome do acessório ao lado do seu fusível. Mas, com o aumento da importação de veículos, passaram a usar símbolos para evitar dúvidas na hora da troca. Afinal, símbolos são uma língua internacional usada muito antes do surgimento da escrita. Nesse post temos o exemplo dos símbolos da caixa de fusíveis do Corsa anos 90. Mas eles também podem ser aplicados em outros veículos.

Quase sempre os símbolos dos fusíveis e relés seguem um lógica, combinando com o acessório que é protegido pelo fusível. Então, o primeiro passo é procurar por ele. Se for um farol que apagou, procure pelo desenho de um farol, se for o rádio, procure por um desenho de rádio e assim por diante. Existe a possibilidade de ter mais de um acessório ligado ao fusível. Muitas vezes vem o símbolo dos dois. Em alguns veículos simplesmente aparece o símbolo do acessório mais visível ao motorista. O mesmo acontece com os relés. Mas nesse caso o símbolo e desenho em volta dele é maior ou vem seguido de uma letra “R”. Veja a imagem abaixo.

Tampa da caixa de fusíveis do Corsa

Alguns exemplos de símbolos universais: o farol baixo mostra claramente um farol direcionado para baixo, e o fusível do farol alto mostra o “facho” de luz voltado para frente (fusíveis 25 e 10). Isso confunde os motoristas, pois espera-se que o farol alto seja para cima. Os faroletes (luz de posição) tem um símbolo de dois faróis pequenos e com traços que parecem raios. Eles podem ser até três, quase sempre dois, e também protegem a luz de placa e a iluminação do painel (fusíveis 9 e 23 na imagem).

Outro exemplo de fusível combinado, onde aparece somente um símbolo, é o do acendedor de cigarros ou tomada de 12 Volts. Quase sempre ele é conjugado com a luz de teto. Como o acendedor de cigarros é pouco usado, quando um GPS não funciona, basta conferir a luz de teto. Se ela não acender procure pelo fusível do acendedor.

Alguns símbolos seguem o desenho de luzes do painel. Reparem o “motorzinho” do fusível 19. É o mesmo da luz de injeção amarela que aparece no painel do Corsa. Outros carros também são assim. O mesmo vale para a ventoinha do radiador. A diferença entre ela e o ventilador interno é que a do radiador tem um quadrado em volta  de uma hélice e do ventilador somente uma hélice. 

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Carro falhando e sem força http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/carro-falhando-e-sem-forca/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/carro-falhando-e-sem-forca/#comments Mon, 13 Nov 2017 21:53:08 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10040 Carro falhando e sem força Não é um defeito novo. Todos os modelos fabricados no mundo já falharam, ficando sem força. O motor fica literalmente fraco, muitas vezes sem conseguir subir uma pequena ladeira e até apagando o motor diversas vezes. O consumo aumenta, o motor tem dificuldade para pegar principalmente pela manhã, passando o resto […]

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Carro falhando e sem força

Não é um defeito novo. Todos os modelos fabricados no mundo já falharam, ficando sem força. O motor fica literalmente fraco, muitas vezes sem conseguir subir uma pequena ladeira e até apagando o motor diversas vezes. O consumo aumenta, o motor tem dificuldade para pegar principalmente pela manhã, passando o resto do dia falhando.

Antigamente se culpava o carburador, que era de fato o grande responsável por isso. As velas, ou uma vela,  com defeito também causavam falhas no motor. Em seguida vinham os cabos de velas e por último platinado e condensador. Mas esses foram ficando raros no mercado com o advento da ignição eletrônica.

Com o surgimento e o avanço dos sistemas de injeção eletrônica, muitos acharam que esse tipo de defeito acabaria. Mas não é a realidade. Os carburadores sumiram, mas as velas, cabos, e combustível ruim, continuam a equipar os carros mais modernos. Houve pouca evolução nesse aspecto, a não ser os avisos que a central consegue armazenar sobre o estado de velas e bobina de ignição. Nesse caso quase sempre a luz de injeção acende.

                          Primeiro passos

Se a falha  se parece com um sopro vindo do motor, principalmente quando é  acelerado, e ele fica fraco como dito acima, devemos verificar as velas e cabos. Pode ser simplesmente um cabo de vela frouxo, deixando escapar a centelha para o bloco do motor ou outras partes metálicas do motor. Isso acontece mais quando o motor é lavado, ou quando algum serviço foi feito sem a devida atenção. Basta colocar o cabo no lugar com o motor desligado. Mas se as velas e cabos são antigos, o melhor a fazer é trocar tudo. O desempenho do carro vai melhorar muito. No caso da bobina, a luz de injeção vai acender e o diagnóstico tem ser confirmado com um Scanner automotivo. Alguns carros tem até 4 bobinas.

Bicos injetores

Os carros modernos não usam mais carburadores. Mas possuem bicos injetores que também podem causar falhas e fraqueza no motor. Embora seja mais raro, os sintomas são muito parecidos com os de uma vela falhando. É assim porque quase sempre temos um bico por cilindro, assim como uma vela por cilindro. Se o bico falhar, ou parar de pulsar, o cilindro dele para de queimar por falta de combustível. Nesse caso, a luz de injeção também vai acender. Também pode ser uma tomada do bico com defeito ou solta, como no caso do cabo de vela citado acima. Procure evitar postos de gasolina de estradas ou suspeitos. Combustível adulterado também faz um motor falhar, além de danificar outras peças.

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O alternador é a usina de energia do seu carro. Ele tem a função de sustentar o sistema elétrico carregando de energia a bateria de acordo com o uso elétrico. É um acessório de suma importância para seu carro. Novas tecnologias foram introduzidas nos alternadores de modelos mais novos visando melhorar o desempenho e a durabilidade de peças elétricas/eletrônicas e do próprio alternador. A bateria está diretamente envolvida nesse processo.

Como funciona um alternador comum?

A medida que usamos os acessórios elétricos do carro com o motor ligado, o alternador repõe essa carga aumentando a voltagem e a amperagem ao mesmo tempo, através de um regulador eletrônico. Para esse tipo de alternador não há descanso, principalmente na voltagem que, mesmo na marcha lenta do motor, fica em torno de 14 volts.

É uma peça muito bem planejada que ainda vai ficar muito tempo no mercado por sua simplicidade de funcionamento e durabilidade, além do preço estável. O que tem acontecido é o aprimoramento interno através de novas tecnologias eletrônicas. O mesmo tem ocorrido com outras peças, como o arranque, por exemplo, através do sistema Start-Stop, tudo isso para melhorar o desempenho e o conforto de motoristas e passageiros.

Novos alternadores-novas tecnologias

Os alternadores modernos, bem mais recentes, possuem uma tecnologia de ponta. O ponto fraco de um alternador é a caloria, sua temperatura de trabalho. Como dito acima, eles não tem descanso. A nova tecnologia veio para amenizar essa situação. O sistema COM do alternador que equipa o Honda Civic novo mantém o alternador em uma espécie de Stand by. 

Novos alternadores-novas tecnologias

Isso significa que o alternador fica em espera, mantendo uma carga mínima calculada para o funcionamento do sistema eletrônico. Não fosse isso, o motor ficaria sem energia em pouco tempo. Muitos profissionais acabam sendo “enganados” por esse sistema. Ao medir um alternador na bateria o resultado costumeiro é de 14, 8 Volts para um bom funcionamento. Já no sistema COM o resultado vai ser sempre acima de 12 Volts, mas não sobe mais. Como assim? Este é o tal momento Stand by.

Mas basta ligar, por exemplo, o farol do carro, que o aumento da carga do alternador é medido imediatamente, subindo para os 14 Volts desejados. Desligou, ou diminuiu o uso elétrico, ele volta para os parâmetros de medidas do Stand by.

Em alguns modelos a medida em Volts fica pouco acima de 12 volts mesmo com todos os acessórios ligados. Mas a corrente enviada pelo alternador – que é o que carrega de fato a bateria – acompanha o gasto de energia mantendo a bateria carregada. Qualquer anomalia, a luz de bateria acende no painel.

Assista o vídeo abaixo do sistema COM da Honda

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Sistema start-stop http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/sistema-start-stop-pode-afetar-velas-do-seu-carro/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/11/sistema-start-stop-pode-afetar-velas-do-seu-carro/#respond Mon, 06 Nov 2017 21:07:01 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=10037 Toda tecnologia nova, de ponta, e com mudanças interessantes, acaba virando objeto de desejo do consumidor. Em se tratando de carros e tecnologia automotiva o entusiasmo é maior. Afinal, mudanças bruscas são poucas nesse setor. Alguns já estão ansiosos com a chegada do carro voador, o que ainda deve demorar um bocado. Será?  Mas uma […]

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Toda tecnologia nova, de ponta, e com mudanças interessantes, acaba virando objeto de desejo do consumidor. Em se tratando de carros e tecnologia automotiva o entusiasmo é maior. Afinal, mudanças bruscas são poucas nesse setor. Alguns já estão ansiosos com a chegada do carro voador, o que ainda deve demorar um bocado. Será? 

Mas uma inovação tem rendido dividendos para as montadoras e para motoristas: o sistema start-stop.

Sistema start-stop pode afetar velas do seu carro

Como funciona o sistema start-stop?

A ideia é simples mas genial. Apenas faltava tecnologia para funcionar bem. A função básica desse acessório é desligar o motor toda vez que o carro para.  Um exemplo seria uma parada em um sinal fechado. Para religar rapidamente sem acionar a chave, basta soltar o pedal do freio ou pressionar a embreagem no caso de carros com câmbio manual. Ou seja: são ações do motorista quando se pretende movimentar o veículo novamente.

Seu funcionamento é através do arranque convencional, porém com uma central inteligente que percebe quando o carro está em marcha lenta e desliga o motor. Para ligar acontece o descrito no parágrafo anterior, mas tudo comandado por essa central especial. O arranque também é mais robusto, pois obviamente vai ser bem mais usado. O mesmo acontece com a bateria que passou a ser mais resistente, com capacidade elétrica maior de partida. Mas e outros componentes?

Sistema start-stop pode afetar velas do seu carro

Velas do carro

 Mas faltou reforçar as velas desse tipo de carro. Ainda não existem projetos específicos para velas de carros com start-stop. Um carro sem start-stop normalmente dá 6 ou 7 partidas por dia.  Como no novo sistema as partidas serão bem mais constantes, as velas sofrem desgaste maior. Mesmo com novos materiais que estão sendo usados nesse tipo de vela, como platina e irídio, uma revisão periódica é necessária nas velas, pelo menos a cada 10 mil km. Não tem como adivinhar o estado delas e muitos estão tendo esse tipo de problema.

Carros modernos, embora pareçam mais frágeis, são construídos para suportar condições adversas, principalmente os motores, com suas centralinas eletrônicas. Por isso um defeito notado já vem acontecendo por um tempo até acender alguma luz indicadora. Por isso a importância  de fazer revisões periódicas.

 

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