Mãos ao Auto http://www.maosaoauto.com.br Thu, 19 Oct 2017 12:50:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.2 111956987 O que significa número 16 no painel do Onix? http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/o-que-significa-numero-16-no-painel-do-onix/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/o-que-significa-numero-16-no-painel-do-onix/#respond Wed, 18 Oct 2017 14:43:53 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9921 Muitos modelos modernos, com computador de bordo, podem informar defeitos na parte elétrica do seu carro. Até falta de carga na bateria pode ser avisado por um desses. O problema é que em alguns computadores informam números associados com letras. Ou seja: um código de defeito é informado ao motorista no painel, como o número […]

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Muitos modelos modernos, com computador de bordo, podem informar defeitos na parte elétrica do seu carro. Até falta de carga na bateria pode ser avisado por um desses. O problema é que em alguns computadores informam números associados com letras. Ou seja: um código de defeito é informado ao motorista no painel, como o número 16 no painel do Onix.

Alguns modelos possuem a “tradução” desse código descrita no manual do carro. Embora seja uma obrigação – além de ser uma boa ideia – levar o manual quando dirigimos, muitos retiram ele do porta-luvas e o guardam em casa. Na hora que mais precisam, ele não está ao nosso alcance. E muitas oficinas não têm esse código registrado, o que complica mais ainda.

O que significa número 16 no painel do Onix?

A boa notícia é que a informação numérica quase sempre não é séria como de fato é uma luz de óleo acesa ou luz de bateria. Outras também são evidentes, como a luz de injeção ou do AIRBAG. Mas um código numérico pode significar quantos dias faltam para uma manutenção programada, ou quilômetros para isso. Uma troca de óleo programada pode ser indicada no painel e não deve ser negligenciada.

No caso do Onix e o código 16 no painel, é indicação de luz externa queimada. Verifique todas elas, inclusive a luz de placa. Aliás, o Onix é conhecido por queimar lâmpadas muito rapidamente. As reclamações são sobre a luz de freio e farolete (luz de posição). Mas é a mesma lâmpada de um pólo, que serve para as duas funções. É exatamente por isso que ela queima mais rápido que outros modelos (veja aqui).

 

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Como consertar seu carro e não gastar muito dinheiro http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/como-consertar-seu-carro-e-nao-gastar-muito-dinheiro/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/como-consertar-seu-carro-e-nao-gastar-muito-dinheiro/#respond Mon, 16 Oct 2017 18:41:57 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9872 Um pouco de conhecimento pode ajudar um motorista a consertar seu carro e não gastar muito dinheiro. É óbvio que falamos de pequenos consertos, e não de uma retífica de motor, por exemplo, e de outras situações onde o profissional tem que ser chamado. É bom lembrar que até uma troca de pneu não é algo […]

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Um pouco de conhecimento pode ajudar um motorista a consertar seu carro e não gastar muito dinheiro. É óbvio que falamos de pequenos consertos, e não de uma retífica de motor, por exemplo, e de outras situações onde o profissional tem que ser chamado. É bom lembrar que até uma troca de pneu não é algo tão simples como se diz por aí. Poucos proprietários de carros conseguem trocar uma roda com pneu furado.

Mas aprender a trocar uma lâmpada de farol, ou outra qualquer, pode ser uma boa economia. Se pensarmos no custo de uma lâmpada instalada em uma oficina e o preço dela em uma loja, com certeza vamos querer aprender a trocar. E esse aprender é como conseguir andar de bicicleta: nunca mais esquecemos e cada vez fica mais fácil de fazer.

Como consertar seu carro e não muito gastar dinheiro

Uma lâmpada de farol, por exemplo, pode custar instalada entre 50 e 70 reais dependendo da marca. Mas se comprarmos em loja de peça ela vai custar entre 10 e 25 reais. Muitas vezes a troca é bem simples. Mas a lógica será sempre a mesma. Veja nos links abaixo alguns casos de como trocar uma lâmpada de farol.

Como trocar a lâmpada de farol do Gol e similares

Como trocar a lâmpada de farol do Celta e similares

Como trocar a lâmpada de farol do Classe A

Como trocar a lâmpada de farol do Palio e similares da Fiat

Como consertar seu carro e não muito gastar dinheiro

A troca é sempre muito parecida. O que pode complicar é a posição do farol

Aprender a trocar uma bateria de carro também pode reduzir custos, como o da instalação, a sobra da sucata (que pode valer até 40 reais), ou o preço da bateria que pode ser negociado. Além disso, quando sabemos fazer um serviço assim, o nosso cuidado vai sempre ser maior do que um instalador de loja de baterias. Afinal, o amor pelo carro é nosso, além da preocupação com prejuízos maiores. Veja nos links abaixo como trocar uma bateria com segurança. Também aprenda a fazer uma chupeta em uma bateria arriada e do modo correto.

Como trocar uma bateria de carro        Como trocar a bateria do Clio

Como trocar a bateria do Picasso          Como trocar a bateria do Sandero

Como trocar a Bateria do Fox                  Como trocar a bateria do Forde Fiesta e Ka

Como trocar a bateria do Corsa              Como trocar a bateria do Peugeot 307

Como trocar a bateria do Ecosport       Como trocar a bateria do Honda Fit

Cuidados ao fazer uma chupeta em bateria arriada

Aprender a trocar fusíveis com segurança também pode evitar custos maiores. Muitas vezes um serviço assim, feito em oficina, pode custar muita mais do que uma cartela com 10 fusíveis. Essa pode custar 2 reais, enquanto um serviço em oficina pode chegar a 20 reais ou mais. Trocar um fusível não um bicho de sete cabeças. Por isso o manual do seu carro explica e ensina como fazer. O mesmo acontece com as lâmpadas, todas elas. No caso dos fusíveis, basta seguir alguns passos de segurança e substituição, que qualquer um pode fazer. Veja no link abaixo algumas informações sobre fusíveis.

Como trocar um fusível

 

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3 defeitos de carro que qualquer motorista deve conhecer http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/3-defeitos-de-carro-que-qualquer-motorista-deve-conhecer/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/3-defeitos-de-carro-que-qualquer-motorista-deve-conhecer/#respond Thu, 12 Oct 2017 14:22:11 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9874 É comum um carro apresentar um defeito “do nada”, sem avisar. O problema é que quase sempre o carro para e não pega mais. Um motorista, na sua inocência por desconhecimento, vê apenas uma solução: chamar um reboque. Se não temos um seguro para esse tipo de situação, a despeja já começou. São diversas as […]

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  • É comum um carro apresentar um defeito “do nada”, sem avisar. O problema é que quase sempre o carro para e não pega mais. Um motorista, na sua inocência por desconhecimento, vê apenas uma solução: chamar um reboque. Se não temos um seguro para esse tipo de situação, a despeja já começou.
  • São diversas as possibilidades que podem fazer um carro parar subitamente. Algumas realmente precisam de um reboque e um mecânico. Mas outras podem ser básicas e testadas pelo motorista sem sequer precisar ligar o carro novamente para testar. O que acontece é que o simples conhecimento deixam o defeito bem óbvio.

    Mas tenha em mente que ter as manutenções em dia pode ajudar nesse tipo de situação. Por exemplo: dificilmente uma correia dentada arrebenta se houver atenção com ela. Usar combustível de qualidade, trocar o óleo do motor dentro ou antes de prazos determinados também ajuda muito. Se uma manutenção regular é feita em uma boa oficina, dificilmente um carro para por causas maiores e mais sérias. Esse é o cenário para o motorista conseguir interferir no defeito sem ajuda de outros.

    3 defeitos de carro que qualquer motorista deve conhecer

    Fusível queimado 

    Sim um simples fusível queimado pode fazer seu carro parar. Procure saber onde fica a caixa de fusíveis do seu veículo. Ela é, quase sempre acessível. Em seguida consulte o manual ou a tampa da caixa para saber qual fusível procurar. Nesse caso de pane súbita, o mais provável é que queime o fusível da injeção eletrônica ou do relé da bomba de combustível. Como é uma verificação sem equipamentos de teste, ou uma emergência, o exame visual pode ajudar como na figura abaixo.

    Repare a esquerda um fusível bom e a direita um fusível queimado

    Se encontrar o fusível queimado, substitua. Se queimar novamente não insista pois é caso de curto constante. Também jamais aumente a potência do fusível, mas repita a cor dele. Compre fusíveis reservas, pelo menos dois de cada cor que equipa o seu carro. O que adianta descobrir um fusível queimado e não ter o reserva? Alguns veículos possuem locais para guardar fusíveis de emergência.

    Carro ferveu o motor

    Nesse caso, e em veículo mais moderno, o motor pode desligar por alta temperatura. Muitas vezes esquecemos de verificar o nível de água do reservatório do radiador. Se for possível, espere o motor esfriar completamente, abra o capô do motor e procure por um reservatório parecido com o da foto abaixo. Jamais abra esse reservatório com o motor quente, mesmo que pareça frio. Existe risco de sérias queimaduras. O correto é esperar bastante tempo. Nesse tipo de defeito, verificar o nível de água e completar é a única opção ao alcance de pessoas sem experiência profissional. Não rode com o carro fervendo ou com a luz de temperatura acendendo. Preste atenção ao ponteiro de temperatura.

    3 defeitos de carro que qualquer motorista deve conhecer

    Bateria arriada

    Nesse caso fica o conselho: leve cabos auxiliares de partida ou adquira um equipamento moderno de partida (VEJA AQUI).  Eles são bem eficazes, pequenos, e com outras utilidades como carregar celular, lanterna e outros. A prevenção é maior arma que temos para evitar panes súbitas do nosso carro. No caso de uma bateria também. Temos que saber a data de fabricação dela, de compra, e das qualidades de fábrica, se não for a original. Como ela fica longe da atenção do motorista, quase sempre é esquecida, e tem sido a causa maior de pane. Uma bateria costuma não avisar que vai estragar, principalmente em carros mais modernos. Também são raros os modelos que avisam no painel o estado da bateria. A luz de bateria é um aviso do estado do alternador e não da vida útil da bateria.

    Auxiliar de Bateria

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    Trocar bateria com o carro ligado é perigoso http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/trocar-bateria-com-o-carro-ligado-e-perigoso/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/trocar-bateria-com-o-carro-ligado-e-perigoso/#respond Mon, 09 Oct 2017 19:50:07 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9858 Trocar a bateria com o motor ligado é uma prática antiga, do tempo de carros antigos. E essa é a diferença: carros antigos permitem esse tipo de serviço. Muitas vezes a o local, ou a situação em que a bateria arriou exigem alguma ação esquisita. Mas fazer isso em carros mais modernos é uma temeridade. […]

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    Trocar a bateria com o motor ligado é uma prática antiga, do tempo de carros antigos. E essa é a diferença: carros antigos permitem esse tipo de serviço. Muitas vezes a o local, ou a situação em que a bateria arriou exigem alguma ação esquisita. Mas fazer isso em carros mais modernos é uma temeridade. Aliás, é prejuízo certo.

    Os carros e caminhões antigos possuíam uma parte elétrica simples, com poucos componentes e pouquíssimos relés. A única peça que pode ser atingida por trocar a bateria com o motor ligado (veículos antigos) seria o alternador. Mas no caso do Fusca, por exemplo, com gerador em vez de alternador, nada queima, o que fez essa prática ganhar espaço. Aliás, se invertemos uma bateria (trocar os pólos) de um Fusca com gerador ele funciona. Apenas o fusível da seta vai queimar se ela for acionada. Mas isso é outro assunto e serve apenas como ilustração da simplicidade do sistema elétrico dos carros antigos.

    Trocar bateria com o carro ligado é perigoso

    Por que é perigoso?

    Com o advento dos relés, trocar a bateria com o carro ligado ficou comprometedor. A explicação é bem simples. No momento que desconectamos um dos cabos da bateria com o motor ligado e acelerado, o alternador fica “doido”  por não encontrar (eletricamente) a bateria, que é o seu ponto final. Por isso, e imediatamente, ele aumenta a carga – tanto a voltagem como a amperagem – tentando compensar e interpretando como um erro elétrico. Esse aumento é sempre maior do que 16 Volts, e já medimos mais de 20 Volts, um verdadeiro desastre elétrico

    Em um veículo onde os equipamentos elétricos e eletrônicos foram fabricados para suportar entre 12 e 14,9 volts, é obvio que muitos deles podem queimar, mesmo que seja um serviço muito rápido. Alguns carros mais modernos até saem de fábrica com um sistema de emergência que desliga o motor em caso de sobrecarga.

    O prejuízo pode ser em qualquer equipamento que esteja ligado no momento que se troca a bateria desconectando os cabos delas e com o motor ligado. Isso inclui, por exemplo, a central de injeção eletrônica. Lembrando que mesmo uma central mais antiga, como a do também antigo Tipo da Fiat, custa uma nota.

    Trocar bateria com o carro ligado é perigoso

    Existe um método correto para a troca de bateria, mesmo em carro mais simples. É assim desde o começo até  a ultima porca a ser apertada (Veja aqui). Tudo varia de montadora para montadora e de modelo para modelo.  Algumas trocas de baterias são bem simples, outras precisam de uma pessoa a mais para ajudar. No caso de emergência, tente procedimentos adequados, como a chupeta (bateria auxiliar). O manual do seu carro ensina a fazer isso de maneira segura.

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    5 mitos sobre carros desmistificados http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/5-mitos-sobre-carros-desmistificados/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/5-mitos-sobre-carros-desmistificados/#respond Sat, 07 Oct 2017 12:18:20 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=8674 O que significa um mito? Pode ser uma lenda sobre um assunto, uma narrativa fantástica para explicar o desconhecido, ou conhecimento inverídico e sem fundamento. Uma invenção, expressão figurada e exagerada. Mito é sinônimo de alegoria. Existem mitos sobre carros? Sim. Quase sempre é uma explicação para determinadas marcas ou modelos de uma mesma fábrica […]

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    O que significa um mito? Pode ser uma lenda sobre um assunto, uma narrativa fantástica para explicar o desconhecido, ou conhecimento inverídico e sem fundamento. Uma invenção, expressão figurada e exagerada. Mito é sinônimo de alegoria.

    Existem mitos sobre carros? Sim. Quase sempre é uma explicação para determinadas marcas ou modelos de uma mesma fábrica de automóveis. Pode ser uma lâmpada que queima mais, ou uma bateria que durou quase uma década e outras que duram um ano apenas, mesmo sendo da mesma marca.

    Alguns exigem demais de um acessório, quase vida “eterna”, se surpreendendo com o fim “prematuro” dele. É assim com pneus, óleo de motor, óleo de caixa, ou até freios. Quase sempre acontece com algo que não está a vista do motorista. Mas é oriundo desse tipo de desleixo que alguns mitos surgiram no meio automobilístico. Alguns bem clássicos. Fizemos uma lista apontado e desmistificando os mitos sobre carros. Veja abaixo.

    5 mitos sobre carros desmistificado

    O alternador

    Muitos acham que o alternador tem a obrigação de carregar uma bateria. Ou seja: seria o mesmo que colocar uma bateria totalmente descarregada no carro e contar com uma carga total do alternador. Isso é mito. O alternador é um repositor imediato de carga usada. Liga-se o farol e a energia gasta é reposta, a ventoinha é acionada e a carga dela é enviada para a bateria. Seria como a boia de uma caixa de água que permite entrar a água que saiu até completar. Daí fecha o registro. Mas e quando a bateria parece que ficou boa somente com o uso do motor? Isso pode acontecer, mas é meia bomba. Se o sistema elétrico do carro precisar de fato da bateria ela vai arriar. Carga completa somente uma ferramenta consegue fazer, e tem o nome exato da situação: carregador de bateria. Ele demora horas para completar uma carga de bateria (em bom estado) e em descanso, sem nada ligado nela a não ser ele mesmo.

     

    Pneus

    Outro mito é achar que não rodar com um pneu (carro de garagem, por exemplo) lhe dá condições de ficar indefinidamente no carro. Alguns pensam que não estando careca o pneu está em condição de rodar. Mas um pneu tem prazo de validade, mesmo que fique na prateleira de uma loja. Vencido esse prazo, ele começa a se deteriorar, literalmente pode desmanchar, perder pedaços, ou simplesmente não funcionar na hora que for preciso. A data de validade vem gravada no corpo do pneu. (VEJA AQUI)

    5 mitos sobre carros desmistificados

     

    Óleo de motor

    É o mesmo mito dos pneus que não rodam. Deixar um carro na garagem ou rodar muito pouco com ele não significa que o óleo está em boas condições. O tempo também conta, pode “estragar” o óleo. Aliás, todos os tipos de lubrificantes tem prazo de validade após sua fabricação. Como isso é pouco divulgado pelos fabricantes, o correto é seguir o que o manual do seu carro recomenda. De preferência diminua um pouco o tempo ou quilometragem sugerida para a troca. 

    Vida útil da bateria

    O fato da bateria do seu carro estar com 4 anos não significa que ela está saudável eletricamente. Ela também tem uma vida útil estabelecida pelos controles de qualidades da sua fábrica.. A maior garantia que existe no mercado é de 2 anos. o que é um parâmetro para calcular essa vida útil. Mas o fato da bateria durar muito, 4, 5, ou até 7 anos, não significa somente que a marca é boa. O sistema elétrico do carro ajuda muito nisso. Quanto mais acessórios elétricos menor é a durabilidade da bateria.

    5 mitos sobre carros desmistificados

    Trocar a bateria com o motor ligado

    Um ato muito comum é trocar uma bateria com o motor ligado. Enquanto alguém acelera o motor outra pessoa retira a bateria do carro e instala outra. Isso não é apenas um mito. É um erro grave! Em carros antigos como Fusca, Kombi, e até alguns Opalas, isso era aceitável.

    Por que é perigoso? Porque no momento que se desconecta o carro de uma bateria o alternador dispara ou libera uma sobrecarga que pode passar dos 20 volts. Como a amperagem liberado pelo alternador é proporcional ao aumento da voltagem, o estrago pode grande. Já vimos tá casos de queima de central de injeção, computador de bordo e tudo que está ligado no momento dessa troca. É algo proibitivo, um suicídio elétrico. Já nos carros antigos não havia quase nada para queimar. A partir dos veículos equipados com muitos relés essa prática começou a causar sérios prejuízos. Não faça ou não deixe outro fazer.

    O mais importante é o dono ou motorista estar cada vez mais informado. Já reparou na grossura do manual do seu carro? Não é sem sentido. São informações que o próprio manual explica: “para o proprietário”.  Quase todos os “mitos” sobre carros estão esclarecidos nesses manuais. São aviso preventivos. Estude ele.

     

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    Troca de bateria e o sistema elétrico dos carros franceses http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/troca-de-bateria-e-o-sistema-eletrico-dos-carros-franceses/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/troca-de-bateria-e-o-sistema-eletrico-dos-carros-franceses/#respond Wed, 04 Oct 2017 19:38:13 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9818 Troca de bateria e o sistema elétrico dos carros franceses É sabido entre profissionais automotivos que os carros franceses exigem uma técnica diferente para alguns procedimentos elétricos como a troca da bateria, por exemplo. Para executar da maneira correta, abra o capô e tranque o carro usando o super trancamento. Para isso, ou no caso […]

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    Troca de bateria e o sistema elétrico dos carros franceses

    É sabido entre profissionais automotivos que os carros franceses exigem uma técnica diferente para alguns procedimentos elétricos como a troca da bateria, por exemplo. Para executar da maneira correta, abra o capô e tranque o carro usando o super trancamento. Para isso, ou no caso de dúvidas sobre o trancamento, consulte o manual do carro. Antes de trocar a bateria, aguarde um período mínimo de vinte minutos, pois isso vai impedir a perda de parâmetros ou informações eletrônicas que o sistema possui. O risco de não seguir os procedimentos é o carro travar a eletrônica, o que vai exigir equipamento especial e um custo bem maior.

    Troca de bateria e o sistema elétrico dos carros franceses

    Os modelos franceses também tem um fusível que protege a caixa do BSI. 

    O módulo BSI/CSI nada mais é que uma caixa de serviços inteligentes, um computador que registra todas as informações do sistema eletrônico do carro. Seria um ponto de encontro e trânsito de informações, como por exemplo as do marcador de gasolina e suas medidas (veja aqui).

    Ela é o cérebro do carro que recebe todas as informações através de pequenos sinais elétricos/eletrônicos dos vários sistemas, tais como: ar-condicionado, lâmpadas externas, informações para o painel, sinais dos atuadores, entre outros. Em seguida as transfere para os indicadores, como a temperatura do motor, luz de óleo, nível de combustível, etc, para ficarem visíveis para todos. Em alguns casos a informação acende uma luz indicadora, como a de injeção eletrônica ou mistura de combustível (emissão de poluentes), dependendo do modelo.

    Troca de bateria e o sistema elétrico dos carros franceses

    Um  exemplo prático e muito comum: em uma batida, ou acidente, um sensor envia um sinal para acionar ou não o Airbag do carro. Muitas vezes a luz do Airbag acende por causa de uma freada brusca, mas que foi um sinal enviado pelo cinto de segurança (veja aqui). Do mesmo modo o ABS entra em ação devido ao sinal enviado ao sistema por um sensor depois de uma freada muito repentina. Ou seja: o sinal é enviado e o “cérebro” toma as decisões programadas pela fábrica.

    Estar informado é sempre bom. Uma sugestão é comprar o carro  sabendo da presença do manual do seu manual. E, o mais importante, ler, estudar o seu conteúdo. Pode parecer algo sem sentido, mas não duvide: você vai se impressionar com o quanto não sabe do seu carro. Afinal, é você quem dirige seu carro, vive com ele um dia a dia, e não um mecânico.

     

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    O que é aditivo de radiador http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/o-que-e-aditivo-de-radiador/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/10/o-que-e-aditivo-de-radiador/#respond Mon, 02 Oct 2017 21:07:33 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9596 O que é aditivo de radiador O aditivo de radiador é famoso por ser oferecido aos motoristas principalmente em algum posto de gasolina. É vendido sem mais explicações, ou com definições de funcionamento que não são a realidade. O aditivo em questão trabalha em conjunto com uma das peças mais importantes do nosso carro: o […]

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    O que é aditivo de radiador

    O aditivo de radiador é famoso por ser oferecido aos motoristas principalmente em algum posto de gasolina. É vendido sem mais explicações, ou com definições de funcionamento que não são a realidade. O aditivo em questão trabalha em conjunto com uma das peças mais importantes do nosso carro: o radiador.

    É dentro do radiador que a temperatura do motor é controlada, onde a água que circula no motor é resfriada e tudo passa a ter uma temperatura ideal de trabalho. Sem isso, o carro ferve. Um simples defeito elétrico já é o suficiente para causar sérios problemas no motor do carro. É na água do reservatório do radiador que o aditivo é colocado. Dali ele se mistura e temos um líquido mais refrigerante do que somente água.

    O que é aditivo de radiador

    Verificar e completar o nível de água do radiador é essencial, mas também requer alguns cuidados (VEJA AQUI).

    Os aditivos de radiador também são conhecidos por “refrigeradores do radiador”. Sua função é impedir que a água ferva a 100 graus, aumentando para 150 graus. Evidentemente isso não preserva seu motor de possíveis problemas devido à alta temperatura. Ou seja: ele aumenta o ponto de ebulição mas também serve como anticongelante, impedindo que a água congele dentro do motor. Mas isso vale para países frios, com neve e temperatura abaixo de zero.

    Porém, ele é bom para o seu carro, evitando a corrosão e melhorando algumas ligações químicas. Lembramos sempre aos motoristas que respeitem as marcas de reservatórios e luzes de advertência de seu carro. Muitas fábricas de carros recomendam um tipo de aditivo de radiador. Seguir as informações da montadora sempre é uma boa escolha.

    O que é aditivo de radiador

    A troca desse aditivo deve ser a cada 25 mil km ou o que o manual do carro recomendar. Se o carro roda pouco, um ano  é considerado o tempo ideal para trocar. O aditivo também tem a função de preservar as peças internas do motor que mantém um contato constante com a água e podem enferrujar. Mas é bom saber que o aditivo de radiador não é o mesmo usado para limpá-lo.

    Alguns postos de gasolina oferecem esse serviço, como dito no início da matéria. Mas o correto é levar até um mecânico experiente ou em uma oficina de radiadores. Por que? Simples: normalmente um carro chega no posto com o motor já quente ou muito quente. Em algumas situações pode entrar ar, o que causa calço impedindo a passagem de água do motor para o radiador. Nesse caso o carro vai ferver rapidamente. Se acontecer em uma mecânica, com certeza o profissional vai saber resolver o problema e o carro é liberado somente depois de constatado que não vai ferver. Isso não é possível de fazer em um posto de gasolina.

     

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    Os defeitos mais comuns em carros http://www.maosaoauto.com.br/2017/09/os-defeitos-mais-comuns-em-carros/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/09/os-defeitos-mais-comuns-em-carros/#respond Fri, 29 Sep 2017 16:08:28 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9764 Os defeitos mais comuns em carros Então você vai comprar um carro e deseja ficar por dentro de despesas futuras e segurança? Ou talvez já você comprou o carro sem saber como ele está “por dentro”? Esse tipo de situação é bem comum, seja pela falta de experiência e informação, por urgência em comprar o […]

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    Os defeitos mais comuns em carros

    Então você vai comprar um carro e deseja ficar por dentro de despesas futuras e segurança? Ou talvez já você comprou o carro sem saber como ele está “por dentro”? Esse tipo de situação é bem comum, seja pela falta de experiência e informação, por urgência em comprar o carro, e até por má intenção do vendedor.

    Por isso é bom se informar pelo menos um pouco sobre os defeitos mais comuns em carros. Eles existem e uma simples inspeção pode ajudar tanto na compra como no dia a dia. Muitos vendedores de carros não gostam de uma inspeção minuciosa por motivos óbvios: todo carro usado tem defeitos. O grande problema é a maquiagem que podem fazer pela ganância de vender o carro.

    Mas no dia a dia, na hora de conversar com seu mecânico, ou mesmo com o frentista do posto, é sempre bom ter alguma informação básica sobre defeitos e cuidar deles com boas anotações. Assim não seremos enganados ou no mínimo estaremos preparados para não deixar o carro quebrar.

     

    Faça uma lista dos defeitos mais comuns. Anote a quilometragem ou a data de revisões feitas e que envolvem esses defeitos. Guarde as anotações em lugar de fácil manuseio, de preferencia dentro do carro que é o principal interesse.

    Defeitos mais comuns

    • Correia dentada com muito uso. Estar informado sobre o tempo de uma correia dentada é essencial. O motor depende dela como nós do ar. Se ela arrebentar, o motor para de funcionar e tem que ser retificado, o que é muito caro. Se informe sobre seu carro. Na dúvida troque todas as correias e esticadores. Anote e guarde. No caso de um carro que está sendo comprado, peça notas fiscais das últimas manutenções.
    • Demora em trocar o óleo do motor. Se a correia tão essencial como o ar que respiramos, o óleo do motor é como nosso sangue. Se ele estiver com impurezas e ralo ou muito grosso, o motor vai sofrer e pode apresentar um defeito bem mais sério. Consulte e obedeça ao manual do seu carro. Crie uma rotina fazendo anotações ou usando os sinais de manutenção no painel que alguns modelos tem de fábrica.
    • Pneus carecas. Carecas e velhos, ou antigos. Pneus também tem prazo de validade, mesmo que estejam na prateleira, ou o carro rode muito pouco. Além da aparência, a validade pode comprometer o uso dos pneus que podem até desmanchar. Na revenda, leve um especialista, um borracheiro de confiança.
    • Velas do motor. Velas com muito uso podem fazer o carro falhar ou gastar muito combustível. Troque conforme a orientação do manual do seu carro. No caso de dúvidas simplesmente troque e passe a aplicar as instruções do fabricante.
    • Filtro de combustível. Um filtro antigo pode queimar a bomba de combustível do seu carro. O ideal é uma troca de seis em seis meses, mesmo que o carro não rode muito.
    • Bateria ruim. É um defeito que quase sempre pega o motorista distraído. Uma bateria também tem prazo de validade e com um tempo acima de 2 anos já existe risco. O carro pode parar e somente uma partida auxiliar vai ajudar. Mas antes de trocar é sempre bom medir o alternador do carro para evitar despesas desnecessárias.

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    Gerador de carro e seus principais defeitos

    Então seu Fusca, Kombi, ou similar acendeu uma luz vermelha no painel? Mesmo acelerando muito, ela não apaga? Pode ser defeito no gerador do seu carro, que é o responsável por manter a bateria do seu carro carregada, Os veículos mais modernos, e alguns painéis de Fusca, costumam ter o desenho de uma bateria nessa luz. Mas não é um sinal de defeito em bateria e sim que ela parou de ser carregada e vai começar a falhar a qualquer momento.

    Condenar a bateria em uma situação assim é arriscado. Trocar ela pode ser um gasto desnecessário. Primeiro se aplica uma carga lenta na bateria para depois testar o estado dela e medir a carga do gerador. A luz da bateria pode acender por outro motivo sem ser defeito no gerador? Pode, mas é mais raro. Para acender por outro motivo seria o fio da luz de bateria raspando ou em contato direto com a lataria ou aterramento do carro. A maioria dos eletricistas com experiência em gerador faz um teste dessa luz antes de testar o resto.

    Um gerador e suas peças

    Quais são os possíveis defeitos em um gerador?

    Um gerador de carro possui poucas peças. Esse número é muito parecido com de um alternador. mas quase todos são trocadas retirando o gerador do carro, com ele na bancada. Mas as peças que mais estragam podem ser trocadas sem retirar o gerador do carro, o que é algo trabalhoso. Veja na lista abaixo os possíveis defeitos:

    •  Escovas simplesmente gastas. Esse é um dos defeitos que não precisa retirar o gerador do carro (maioria deles). São duas que se gastam com o tempo e uso do motor. Faz a luz de bateria acender no painel. Basta trocar as escovas. Veja a foto abaixo e na figura acima a referência 1b.

    • Regulador de voltagem. É o responsável pela quantidade de energia que a bateria vai receber. Libera a carga de acordo com o que é usado pelo sistema elétrico do carro (ligam-se os faróis e o regulador repõe a carga gasta naquele momento, por exemplo). Um defeito no regulador pode tanto deixar a luz da bateria acesa como simplesmente não acender ela quando ligamos a chave do carro.

    Normalmente o regulador fica debaixo do banco do passageiro (fusca).

    • Induzido e bobinas de campo. São peças internas que apresentam defeito por uso, no caso do induzido, e por excesso de carga, no caso das bobinas. Essas também podem se danificar quando lavamos o motor e não protegemos o gerador. Sem elas o gerador não carrega a bateria e acende a luz de painel (veja na figura mais acima as imagens 1a e 1d).

    Fora isso, os rolamentos também devem ser trocados. São dois, um em cada ponta do gerador e são considerados as últimas peças dele. Normalmente um gerador é bem confiável. Mas a manutenção exige peças originais na reposição. Isso possibilita o uso máximo desse belo projeto elétrico/automotivo que é o gerador.

     

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    Tecnologia e o celular: um perigo a mais ao dirigir http://www.maosaoauto.com.br/2017/09/tecnologia-e-o-celular-um-perigo-a-mais-ao-dirigir/ http://www.maosaoauto.com.br/2017/09/tecnologia-e-o-celular-um-perigo-a-mais-ao-dirigir/#respond Fri, 22 Sep 2017 15:30:19 +0000 http://www.maosaoauto.com.br/?p=9743 Tecnologia e o celular: um perigo a mais ao dirigir O surgimento de novas tecnologias é sinal de mudanças boas, tanto como conforto, maior facilidade de acesso, e até aumento de renda de uma família. Mas existe o lado negro da tecnologia. Ela pode implicar em mudanças de hábitos que podem ser perigosos ou aumentar […]

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    Tecnologia e o celular: um perigo a mais ao dirigir

    O surgimento de novas tecnologias é sinal de mudanças boas, tanto como conforto, maior facilidade de acesso, e até aumento de renda de uma família. Mas existe o lado negro da tecnologia. Ela pode implicar em mudanças de hábitos que podem ser perigosos ou aumentar o perigo de certas situações. É o que tem acontecido com o uso dos celulares.

    É de conhecimento geral o grande risco de acidentes que o uso errado de celular causa no trânsito. Além de multas e pontos na carteira, vidas estão em risco. A multa é de 293,47 reais (sujeito a alterações) e sete pontos são perdidos na carteira de habilitação. Um dado novo é que motociclistas também estão sofrendo acidentes por usar o celular no trânsito.

    Aplicativos distraem os motoristas

    Não é somente uma chamada de telefone que pode provocar acidentes. Os aplicativos passaram a ser mais usados e muitos demoram segundo para abrir, como no caso do Facebook. Em alguns casos o volante é abandonado, com as mãos e o olhar sendo desviados para a tela do celular.

    Imagem: Pinterest

    O mesmo vale para pedestres. Como assim? Os riscos de atropelamentos também aumentam por causa do uso de celular ao andar e atravessar ruas. Isso confirma a frase que : “o trânsito é de pessoas”. Somos nós quem decidimos, tomamos atitudes no trânsito, jamais os carros e celulares.

    Os números assustam. Uma simples chamada de telefone triplica as chances de acidentes. O mais impressionante é que a maioria dos “usuários”de telefone ao dirigir faz múltiplas ações no aparelho, incluindo suas redes sociais. E mesmo a presença de outros no carro, como caronas e até filhos, não muda a atitude dos motoristas. E o risco é consciente. Nesse caso o risco é assumido.

    Velocidade é uma medida perigosa em todos os sentidos. O aumento de velocidade enfrenta forças da natureza, o que implica na necessidade de muita energia. É uma potência que também requer recursos poderosos para diminuir a velocidade. No caso de parada súbita, que é a necessidade maior na situação de distração ao volante, o espaço sempre será mínimo. As chances de acidentes são enormes.

    O que podemos fazer?

    Criar hábitos pessoais. Devemos buscar informações, nos importa com a segurança de todos e por em prática a direção defensiva. Para evitar qualquer uso do celular ao dirigir a melhor opção é deixar desligado em local longe de nossa vista. Mesmo o uso de celular via rádio pode ser perigoso. O uso profissional do GPS deve ser cuidadoso, seguindo as instruções do fabricante e as leis de trânsito.

    Quer participar da conversa? Faça um cafezinho,  puxe sua cadeira, se aproxime da tela e do teclado. Comente a vontade. Sugestões construtivas sempre ajudam!

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