Fabricado pela GM, o Chevette foi um dos carros mais admirado pelos brasileiros. De mecânica simples e design atraente, logo virou um campeão de vendas, (quase 2 milhões vendidos) dominando o mercado de carros pequenos da época. Também foi eleito por duas vezes como o carro do ano por revista especializada. O chevete foi fabricado no Brasil de 1973 a 1993.

A parte elétrica do Chevette seguia o modelo da época: poucos acessórios, fios grossos e uma caixa de fusíveis de vidro muito parecida com a do Opala também da GM. Fusíveis de vidro eram os melhores da época e de grande eficiência. Também o acesso a caixa de fusíveis é fácil, colaborando para o dono do carro fazer uma troca de fusível ou revisão por ali.

O Chevette sofreu uma grande mudança nos anos 90, tanto por fora como na parte elétrica. Basicamente ele herdou o sistema elétrico do Monza (por isso era conhecido como Monzinha) . Ganhou fusíveis de lâmina, mais modernos e confiáveis. Mas esse post é sobre os fusíveis e lâmpadas do Chevette mais antigo, o famoso “Tubarão”.

Como dito acima, os fusíveis eram de vidro, de qualidade boa para a época. Poucos acessórios levaram a instalação de uma caixa de fusível pequena. Em alguns modelos até sobrava espaço para mais um acessório. Por isso é uma caixa onde um fusível pode proteger vários circuitos, como luz de freio e o radio, ou ventilação interna e luz de ré.  Na figura abaixo vemos exemplos assim (Veja mais aqui).

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O Chevette saiu equipado com lâmpadas que até hoje são encontradas no mercado. Algumas são até utilizadas por automóveis de última geração. Isso pouco mudou com o tempo. O seu farol pode ser silibim ou até mesmo com lâmpadas H4 ou H5, que foram introduzidas aos poucos no Chevette dos anos 70. As famosas e ainda usadas lâmpadas 67 , também as um polo e dois polos, já eram fabricadas e aplicadas no Chevette. 

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