Farol Cilibrim

Sealed Beam  (ou feixe selado) de onde vem o “apelido” brasileiro

Ele é um farol “lâmpada” . Ou seja: um farol descartável. Como uma lâmpada que queima e a trocamos, o farol cilibrim também deve ser trocado quando queima. Não tem conserto. (O subtítulo deste post é uma lembrança do leitor do Mãos ao Auto)

Conhecido mais como farol  “cilibrim” , ele teve sua época, era barato, as vezes até mais barato que uma lâmpada de farol de outro carro qualquer. Ele equipou Opalas, Fuscas, e até o moderno Corcel da Ford anos 70. Mas não estamos falando do famoso farol de milha, que também podia ser tipo cilibrim, e sim de equipamento que saia de fábrica como sistema ótico da época.

Farol Cilibrim. Como ele funcionava?

O filamento da lampada era dentro do farol, que era selado e com um vácuo interno. Ele funcionava com 12 ou 24 volts, quando opcional, (caminhões também usavam) e eram famosos pela durabilidade. Sua potência original era de cerca de 55 watts, mas já encontramos, no passado, alguns mais potentes. Alguns também eram de vidro amarelo, e, como uma lâmpada H4 de hoje, ele tinha farol alto e baixo na mesma peça.

Foto: bestcars.uol.com.br
Foto: bestcars.uol.com.br

A grande desvantagem era que as lâmpadas comuns eram compactas e evoluíam em potência, o que também permitia uma evolução interna nos faróis. Com o tempo o cilibrim ficou obsoleto, quase uma lamparina quando comparado com outros. A facilidade de troca por um farol com lâmpada descartável contribuiu para o fim deste equipamento único. Mas alguns colecionadores não abrem mão da originalidade e estão sempre dispostos a encontrar um Cilibrim no mercado.

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This article has 2 Comments

  1. Podiam ter ao menos citado a origem de tal nome, ou mesmo citado o nome correto. O “Cilibrim” não é nada mais que um abrasileiramento do Sealed Beam (facho selado)…

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