Carro zero, mas nota zero? 3 direitos básicos do consumidor!!

Imagem : www.blogigoraguiar.com.br
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Então você é mais um cliente que teve o prazer de sentir o cheirinho de carro novo, zero quilômetro, mas percebeu rapidinho que o carro merece nota zero?  Você não é o único a passar por isso. A sensação de um dinheiro bem aplicado se transformar em arrependimento amargo é algo realmente lamentável. Mas, não são as leis feitas para ajudar os direitos do cidadão?

Um carro zero deve precisar de muito menos manutenção do que um usado. Aliás, manutenção é manutenção e conserto é conserto. O primeiro serve apenas para evitar o segundo. Mas alguns donos de carro zero tem reclamado do constante retorno do seu carro a uma concessionária autorizada quase sempre pelo mesmo defeito, ou até por “vários mesmos defeitos”. Dificilmente isso acontece com um carro usado com a manutenção em dia. Ou seja, temos aí um clássico defeito de fabricação e o comprador também tem direitos garantidos nesses casos. Não devemos confundir essas situações com os famosos Recall que observamos com certa frequência nos jornais e rádios. O que relatamos são casos isolados, e que acabam se transformando em um pesadelo para o cliente.

Quais são os direitos do cliente nesse caso? Basicamente temos 3:

      (Fonte Procon da Assembléia Legislativa de Minas Gerais)

1 – Quando um carro zero apresenta defeito nos primeiros dias, o consumidor deve apresentá-lo na concessionária que terá até 30 dias para consertar o defeito

2 – Não havendo o conserto, o dinheiro deve ser devolvido ou um outro carro zero deve ser entregue ao cliente.

3 – É cabível o pedido de uma indenização por possíveis prejuízos causados pelo atraso da entrega do bem.

Mas lembre-se: se você optar pelo bom diálogo, peça que a fábrica respeite os prazos que a lei determina. O prazo somente vai aumentar para fábrica se você concordar. Nesse caso tudo pode se transformar em uma batalha de anos na justiça.

Outra opção rápida para uma solução é espalhar pelas redes sociais contando tudo que você passou, mas se preocupando sempre em falar a verdade. Qual empresa não quer evitar uma publicidade negativa? Ou seja : ponha a “boca no trombone”, mas com classe.

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